quarta-feira, abril 06, 2011

JOÃO 5:17-30

Naquele tempo, 17Jesus respondeu aos judeus: “Meu Pai trabalha sempre, portanto também eu trabalho”. 18Então, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque, além de violar o sábado, chamava Deus o seu Pai, fazendo-se, assim, igual a Deus.
19Tomando a palavra, Jesus disse aos judeus: “Em verdade, em verdade vos digo, o Filho não pode fazer nada por si mesmo; ele faz apenas o que vê o Pai fazer. O que o Pai faz, o Filho o faz também. 20O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que ele mesmo faz. E lhe mostrará obras maiores ainda, de modo que ficareis admirados.
21Assim como o Pai ressuscita os mortos e lhes dá a vida, o Filho também dá a vida a quem ele quer. 22De fato, o Pai não julga ninguém, mas ele deu ao Filho o poder de julgar, 23para que todos honrem o Filho, assim como honram o Pai. Quem não honra o Filho, também não honra o Pai que o enviou.
24Em verdade, em verdade, vos digo, quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou, possui a vida eterna. Não será condenado, pois já passou da morte para a vida. 25Em verdade, em verdade, eu vos digo: está chegando a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus e os que a ouvirem viverão.
26Porque, assim como o Pai possui a vida em si mesmo, do mesmo modo concedeu ao Filho possuir a vida em si mesmo. 27Além disso, deu-lhe o poder de julgar, pois ele é o Filho do Homem. 28Não fiqueis admirados com isso, porque vai chegar a hora em que todos os que estão nos túmulos ouvirão a voz do Filho e sairão: 29aqueles que fizeram o bem, ressuscitarão para a vida; e aqueles que praticaram o mal, para a condenação.
30Eu não posso fazer nada por mim mesmo. Eu julgo conforme o que escuto, e meu julgamento é justo, porque não procuro fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 

Hoje, o Evangelho fala-nos da resposta de Jesus aos que viam mal que Ele tivesse curado um paralítico num Sábado. Jesus Cristo aproveita essas críticas para manifestar a Sua condição de Filho de Deus e, como tal, Senhor do Sábado. Essas palavras serão motivo de condenação, no dia do julgamento em casa de Caifás. Com efeito, quando Jesus se reconheceu como Filho de Deus, o grande sacerdote exclamou: "Blasfemou! Que necessidade temos, ainda, de testemunhas? Acabais de ouvir a blasfémia. Que vos parece?" (Mt 26,65).
Por muitas vezes, Jesus tinha feito referências ao Pai, mas sempre marcando uma distinção: a Paternidade de Deus é diferente, caso falemos de Cristo ou dos homens. E os judeus que o escutavam entendiam-no muito bem: não é Filho de Deus como os outros, mas a filiação que reclama para Si mesmo é uma filiação natural. Jesus afirma que a sua natureza e a natureza do Pai são iguais, apesar de serem pessoas distintas. Manifesta assim, dessa maneira, a sua divindade. Esse fragmento do Evangelho é muito interessante para a revelação do mistério da Santíssima Trindade.
Entre as coisas que hoje diz o Senhor, há algumas que fazem especial referência a todos aqueles que, ao longo da história, acreditaram Nele: escutar e crer em Jesus é ter já a vida eterna (cf. Jo 5,24). Certamente, não é ainda a vida definitiva, mas é já participar da sua promessa. Convém que o tenhamos bem presente, e que façamos o esforço de escutar a palavra de Jesus, como o que ela realmente é: a Palavra de Deus que salva. A leitura e a meditação do Evangelho devem fazer parte das nossas práticas religiosas habituais. Nas páginas reveladas, ouviremos as palavras de Jesus, palavras imortais que nos abrem as portas da vida eterna. Com efeito, como ensinava Santo Efrém, a Palavra de Deus é uma fonte inesgotável de vida.
 DEUS DE LADO

QUANTAS VEZES EU QUIS VIVER MINHA VIDA POR MIM MESMO.

A vida é muito grande para irmos vivendo levando-a com a barriga e deixando escolhas a serem feitas na mão de outros e a oportunidade de decidir, literalmente, ser terceirizada.
Não é à toa que o Papa, na Mensagem para o Dia Mundial da Juventude, nos chama a atenção para isso. E pede que estejamos enraizados e fundados em Cristo, firmes na fé.
O bacana é que as três palavras, sob o ponto de vista gramatical, estão no passivo: isso significa que é o próprio Cristo toma a iniciativa de radicar, fundar e nos tornar firmes. Não como uma terceira pessoa, mas como uma segunda.
Um “TU”. Alguém que não se preocupa com resultados, e sim, com lutas de amor.

Quantas vezes não quis viver minha vida por mim mesmo e busquei em Deus apenas um “paliativo” para um momento de “deprê”, ou até mesmo como um “Chapolim Colorado” que, à minha súplica, “Oh, e agora? Quem poderá me defender?” pudesse aparecer e resolver todas as coisas sem o meu menor esforço.
Deus é Pessoa que se relaciona, que quer de nós um tu a tu. Isso nos enraíza no que não passa, pois tudo passa! Deus não.
Ele nos fundamenta no que é firme, concreto e não em um modismo que, de tempos em tempos, muda. Ele é o mesmo ontem, hoje e sempre.
Sei que você (que está lendo este texto) deseja algo mais do que a vida cotidiana regular, que um emprego seguro, grana no bolso, etc., etc.. Sentimos o desejo pelo que é realmente grande e que alimenta nossa sede de eternidade e felicidade. Fomos criados para aquilo que é grande, para o infinito.
Qualquer outra coisa é insuficiente. Fomos criados para Deus. Um Deus, um Tu! E, neste tempo, que parece quererem colocar Deus de lado, precisamos, com nossa vida, proclamar: Não coloco Deus de lado, mas sim ao meu lado. Sempre comigo nas subidas e descidas da vida. Minha raiz, minha base sólida e eficaz.
Não tenho receio de contar com Ele no meu dia a dia, nos meus momentos de alegria e de tristeza. Desejo o que Ele deseja para mim, pois sei que o que Ele tem será sempre maior. Será sempre uma preparação para o céu! Assim, a vida torna-se autêntica e nunca “genérica”. Somos de Deus, estamos no mundo e desejamos o céu.
(Texto de Adriano Gonçalves - Membro da Com. Canção Nova).

"Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo mal conta vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós".
São Marcelino
Marcelino foi um sábio e dedicado religioso, amigo e discípulo de Agostinho, bispo de Hipona, depois canonizado e declarado doutor da Igreja. Entretanto Marcelino acabou sendo vítima de um dos lamentáveis cismas que dividiram o cristianismo. Foram influências políticas, como o donatismo, que levaram esse honrado cristão à condenação e ao martírio.
Tudo teve início muitos anos antes, em 310. O imperador Diocleciano ordenara ao povo a entrega e queima de todos os livros sagrados. Quem obedeceu, passou a ser considerado traidor da Igreja. Naquele ano, Ceciliano foi eleito bispo de Cartago, mas teve sua eleição contestada por ter sido referendada por um grupo de bispos traidores, os mesmos que entregaram os livros sagrados.
O bispo Donato era um desses e, além disso, tinha uma posição totalmente contrária ao catolicismo ortodoxo. Ele defendia que os sacramentos só podiam ser ministrados por santos, não por pecadores, isto é, gente comum. Os seguidores do bispo Donato, portanto, tornaram-se os donatistas, e a Igreja dividiu-se.
Em Cartago, Marcelino ocupava dois cargos de grande importância: era tabelião e tribuno, funcionando, assim, como um porta-voz da população diante das autoridades do Império Romano. Era muito religioso, ligado ao bispo Agostinho, de Hipona, reconhecido realmente como homem de muita fé e dedicação à Igreja. Algumas obras escritas pelo grande teólogo bispo Agostinho partiram de consultas feitas por Marcelino. Foram os tratados "sobre a remissão dos pecados", "sobre o Espírito", e o mais importante, "sobre a Trindade", porém nenhum deles pôde ser lido por Marcelino.
Quando Marcelino se opôs ao movimento donatista, em 411, foi denunciado como cúmplice do usurpador Heracliano e condenado à morte. Apenas um ano depois da execução da pena é que o erro da justiça romana foi reconhecido pelo próprio imperador Honório. Assim, a acusação foi anulada e a Igreja passou a reverenciar são Marcelino como mártir. Sua festa litúrgica foi marcada para o dia 6 de abril, data de sua errônea execução.

"A Palavra de Deus faz calar o vento, só com o seu pensar apazigua o abismo". (Eclesiástico 43:25)

terça-feira, abril 05, 2011

Entevista da Semana

Bom dia galera, hoje é dia de mais uma entrevista, e como na semana passada começamos com o nosso Padrinho Jú, hoje é dia da sua esposa e nossa Madrinha Ana Laura.


NOME?
Ana Laura Pereira
IDADE?
24 anos
QUANTO TEMPO PARTICIPA DO GRUPO?
10 anos
O QUE TE MOTIVOU A COMECAR A PARTICIPAR?
Na época o meu namorado
COMO FOI SUA PRIMEIRA EXPERIENCIA COM JESUS?
Quando temos o primeiro encontro com Jesus não há palavras, é algo inexplicável.
O QUE MUDOU NA SUA VIDA DEPOIS QUE VOCÊ CONHECEU JESUS?
Tudo mudou.
O QUE É O GOJ MONTE TABOR PARA VOCÊ?
Uma família.
MUSICA QUE VOCÊ MAIS GOSTA?
Tudo é bom perto de ti ( Toca de Assis ).
FILME?
A virada.
LIVRO?
Bíblia.
SANTO DE DEVOÇÃO?
São Miguel Arcanjo.
VERSÍCULO DA BIBLIA QUE MAIS GOSTA?
Não tenho um que mais gosto pois em cada momento importante de minha vida teve uma passagem que naquele momento foi o meu verdadeiro conforto.
UMA FRASE QUE MARCOU SUA VIDA?
Tudo posso naquele que me fortalece.

DEIXE UMA PALAVRA PARA OS JOVENS QUE AINDA NÃO SE ENCONTRARAM COM JESUS
Busquem-no sem cessar pois todo esforço pra Deus é válido nos dá o reconhecimento, e não seria necessário por que somos tão pecadores que não merecemos, mas mesmo assim ele nos da tudo o que pedimos.....

 "Deixai-me pois nesta quietude, malgrado o frio que me alcança, Presença humana não permitas, Que a solidão já não me cansa, pois de mim, sinto-te tão próximo, Como jamais antes senti...
Doce Jesus, fica comigo, que tudo é bom perto de ti. Doce Jesus, fica comigo, que tudo é bom perto de ti".
(Trecho da Música Tudo é bom perto de Ti - Toca de Assis)
JOÃO 5:1-16

1Houve uma festa dos judeus, e Jesus foi a Jerusalém. 2Existe em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, uma piscina com cinco pórticos, chamada Betesda em hebraico. 3Muitos doentes ficavam ali deitados cegos, coxos e paralíticos. 4De fato, um anjo descia, de vez em quando, e movimentava a água da piscina, e o primeiro doente que aí entrasse, depois do borbulhar da água, ficava curado de qualquer doença que tivesse. 5Aí se encontrava um homem, que estava doente havia trinta e oito anos.
6Jesus viu o homem deitado e sabendo que estava doente há tanto tempo, disse-lhe: “Queres ficar curado?” 7O doente respondeu: “Senhor, não tenho ninguém que me leve à piscina, quando a água é agitada. Quando estou chegando, outro entra na minha frente”. 8Jesus disse: “Levanta-te, pega tua cama e anda”. 9No mesmo instante, o homem ficou curado, pegou sua cama e começou a andar.
Ora, esse dia era um sábado. 10Por isso, os judeus disseram ao homem que tinha sido curado: “É sábado! Não te é permitido carregar tua cama”. 11Ele respondeu-lhes: “Aquele que me curou disse: ‘Pega tua cama e anda’”. 12Então lhe perguntaram: “Quem é que te disse: ‘Pega tua cama e anda’?” 13O homem que tinha sido curado não sabia quem fora, pois Jesus se tinha afastado da multidão que se encontrava naquele lugar.
14Mais tarde, Jesus encontrou o homem no Templo e lhe disse: “Eis que estás curado. Não voltes a pecar, para que não te aconteça coisa pior”. 15Então o homem saiu e contou aos judeus que tinha sido Jesus quem o havia curado. 16Por isso, os judeus começaram a perseguir Jesus, porque fazia tais coisas em dia de sábado. 

Hoje, São João nos fala da cena da piscina de Betsaida. Parecia, mais uma sala de espera de um hospital: "Muitos doentes ficavam aí deitados: eram cegos, coxos e paralíticos, esperando que a água se movesse" (Jo 5,3). Jesus se deixou cair por ali.
É curioso! Jesus sempre está no meio dos problemas. Ali onde há algo para “libertar”, para fazer feliz às pessoas, ali está Ele. Os fariseus, ao contrário, só pensavam em se era sábado. Sua má fé matava o espírito.  Não há  pior surdo doque aquele que não quer entender.
O protagonista do milagre levava trinta e oito anos de invalidez. "Jesus viu o homem deitado e ficou sabendo que estava doente havia muito tempo. Então lhe perguntou: "Você quer ficar curado?" (Jo 5,6), disse-lhe Jesus. Fazia tempo que lutava em vão porque não havia encontrado a Jesus. Finalmente, havia encontrado ao Homem. Os cinco pórticos da piscina de Betsaida retumbaram quando se ouviu a voz do Mestre: "Jesus disse: ‘Levante-se, pegue sua cama e ande" (Jo 5,8). Foi questão de um instante.
A voz de Cristo é a voz de Deus. Tudo era novo naquele velho paralítico, gastado pelo desânimo. São João Crisóstomo dizia que na piscina de Betsaida se curavam os enfermos do corpo, e no Batismo se restabeleciam os da alma; lá, era de tempo em tempo e para um só enfermo. No Batismo é sempre e para todos. Em ambos os casos se manifesta o poder de Deus através da água.
O paralítico impotente na beira da água, não te faz pensar na experiência da própria impotência para fazer o bem? Como pretendemos resolver, sozinhos, aquilo que tem um alcance sobrenatural? Não vês cada dia, ao teu redor, uma constelação de paralíticos que se “movem” muito, mas que são incapazes de separar-se de sua falta de liberdade? O pecado paralisa, envelhece, mata. Devemos pôr os olhos em Jesus. É necessário que Ele que sua graça nos submerja nas águas da oração, da confissão, da abertura de espírito. Eu e você podemos ser paralíticos eternos, ou portadores e instrumentos de luz.
FORÇA JUVENTUDE!!!!

3º Troféu Louvemos ao Senhor

Fala galera, pra quem é fã da música Católica, no dia 11 de maio de 2011, acontecerá a 3º edição do Troféu Louvemos ao Senhor, patrocinado pelo TV Século 21.
O Prêmio Nacional da Música Católica – Troféu Louvemos o Senhor, surgiu com a finalidade de premiar aqueles que estão envolvidos com a música dentro da visão na igreja católica. Artistas que que praticam este ofício com excelência e tem se destacado na mídia, evangelizando com música de qualidade.
A intenção é premiar o artista, cantor, músico, compositor, que tem se empenhado em produzir arte musical de qualidade, para evangelizar e animar a igreja dentro dos novos desafios de comunicação da boa nova do Nosso Senhor Jesus Cristo.
Esta é a Terceira Edição deste prêmio que tem causado enorme repercussão no meio musical católico, aumentando, cada vez mais, a nossa responsabilidade em produzir e zelar pela qualidade deste evento nacional e mante-lo no mais alto nível artístico. 

O evento é divido em várias categorias, exemplo: Melhor cantor, Melhor Música, etc.... 
Dentre essas categoria, em 7 delas o vencedor será escolhido atráves do voto popular pelo site http://www.tvseculo21.org.br/trofeu2011/, você que gosta da música Católica, deixe seu voto lá no site, e escolha os cantores, as musicas que te marcaram neste ano, as categorias que serão escolhidas pelo voto popular são:

CATEGORIA 01 - MELHOR MUSICA DO ANO
01 - Conto contigo - Álbum: De malas prontas - Missionário Shalom
02 - Maltrapilho - Álbum: Sobre os dias - Bruno Camurati
03 - Na língua dos anjos - Álbum: Ceremonya - Ceremonya
04 - Segura a minha mão - Álbum: Tomé - Davidson Silva
05 - Tomé - Álbum: Tomé - Davidson Silva
CATEGORIA 02 - MELHOR CANTOR
01 - Abner Santos - Álbum: Louvor Acústico 
02 - Cleiton Saraiva - Álbum: Louvor Acústico 
03 - Danilo Lopes - Álbum: Ceremonya
04 - Davidson Silva - Álbum: Tomé
05 - Ítalo Villar - Álbum: Bendito Seja
06 - Guilherme Sá - Álbum: Horizonte Vivo Distante
07 - Rafael Morel - Álbum: De Malas Prontas
CATEGORIA 03 - MELHOR CANTORA
01 - Aline Brasil - Álbum: Louvor Acústico
02 - Ir. Kelly Patrícia - Álbum: Busca de Deus
03 - Leozany Oliveira - Álbum: De Malas Prontas
04 - Mayara Barbosa - Álbum: Família é Bom D+
05 - Salette Ferreira - Álbum: Deus Caminha Comigo
06 - Simone Vioto - Álbum: Louvor Acústico
Categoria 04 - Melhor Guitarrista
01 – Ronaldo Rosa
02 – Bruno Alvarenga
03 – Jonas Pá
04 – Leandro Aguari
05 – Duda Suliano
06 – Boyna
07 – André Barros
08 – Thiago Melo
09 – Maércio Lopes
10 – Caio Carvalho
11 – Ronaldo Pessoa
12 – Anfrísio Rocha
13 – Wagner Veríssimo
14 – Fábio Ribeiro
15 – Eduardo Faro
16 – Claudio Silva
17 – Sidney Linhares
Categoria 05 - Melhor Baixista
01 – Samuel Ferreira
02 – Juliano Ribeiro
03 – Ocimar de Paula
04 – Marcelo Fleming
05 – Renato Loyola
06 – Cleitão
07 – Felipe Castro
08 – Rogério Feltrin
09 – Marcelo Linhares
Categoria 06 - Melhor Baterista
01 – Rogério De Prince
02 – Luciano Carvalho
03 – Diego Lage
04 – Mariel Nascimento
05 – Danilo Lopes
06 – Tico Delisa
07 – Tarcisio Buiochy
08 – Adriano Azevedo
09 – Juninho
10 – Renan Veríssimo
11 – Grevão
12 – Wallace Santos
Categoria 07 - Melhor Tecladista
01 – Cristian Lopes
02 – Nei Lacerda
03 – Val Martins
04 – Rafael Pereira
05 – Gustavo Borges
06 – Nei Medeiros
07 – Elias Jo
08 – Luiz A. Karan
09 – Gilbert
10 – Marcos Maia
11 – André Bereta
12 – Maurício Piassarollo


"O filho mal educado é a vergonha de seu pai, a filha semelhante não gozará de nenhuma consideração. Uma jovem prudente é uma herança para o marido, mas a filha desavergonhada causa mágoa ao seu pai. (Eclesiástico 22:3-4)

SANTO DO DIA

São Vicente Ferrer
Vicente nasceu em Valência, na Espanha, em 1350. Passou a infância e a juventude junto aos padres dominicanos, que tinham um convento próximo de sua casa. Percebendo sua vocação, pediu ingresso na Ordem dos Pregadores (dominicanos) aos dezessete anos.
Vicente estudou em Lérida, Barcelona e Tolosa, doutorando-se em filosofia e teologia, e ordenando-se sacerdote em 1378. Pregador nato, nesse mesmo ano começou sua peregrinação por toda a Europa, durante um período negro da história, quando ocorreu a Guerra dos Cem Anos, quando forças políticas, alheias à Igreja, tinham tanta influência que atuavam até na eleição dos papas.
Assim, quando um italiano foi eleito papa, Urbano VI, as correntes políticas francesas não o aceitaram e elegeram outro, um francês, Clemente VII, que foi residir em Avinhão, na França. A Igreja dividiu-se em duas, ocorrendo o chamado cisma da Igreja ocidental, porque ela ficou sob dois comandos, o que durou trinta e nove anos.
Vicente Ferrer, pregador, já era muito conhecido. Como prior do convento de Valência, teve contato com o cardeal Pedro de Luna, que o convenceu da legitimidade do papa de Avinhão, e Vicente aderiu à causa. Em 1384, o referido cardeal foi eleito papa Bento XIII e habilmente fez do dominicano Vicente seu confessor, sendo defendido por ele até 1416, como fazia Catarina de Sena, sua contemporânea, pelo italiano Urbano VI.
O coração desse dominicano era dotado de uma fé fervorosa, mas passando por uma divisão dessas, e juntando-se o panorama geral da Europa na época: por toda parte batalhas sangrentas, calamidades públicas, fome, miséria, misticismo, ignorância, além da peste negra, que dizimou um terço da população. Tudo isso fez que a pregação de Vicente Ferrer ganhasse a nuance do fatalismo.
Ele andou pela Espanha, França, Itália, Suíça, Bélgica, Inglaterra e Irlanda e muitas outras regiões, defendendo sempre a unidade da Igreja, o fim das guerras, o arrependimento e a penitência, como forma de esperar a iminente volta de Cristo. Tornou-se a mais alta voz da Europa. Pregava para multidões e as catedrais tornavam-se pequenas para os que queriam ouvi-lo. Por isso fazia seus sermões nas grandes praças públicas. Milhares de pessoas o seguiam em procissões de penitência. Dizem os registros da Igreja, e mesmo os que não concordavam com ele, que Deus estava do seu lado. A cada procissão os prodígios e graças sucediam-se e podiam ser comprovados às centenas entre os fiéis.
O cisma da Igreja só terminou quando os dois papas renunciaram ao mesmo tempo, para o bem da unidade do cristianismo. Vicente retirou seu apoio ao papa Bento XIII e, com sua atuação, ajudou a eleger o novo papa, Martinho V, trazendo de novo a união da Igreja ocidental. As nuvens negras dissiparam-se, mas as conversões e as graças por obra de Vicente Ferrer ficarão por toda a eternidade.
Ele morreu no dia 5 de abril de 1419, na cidade de Vannes, Bretanha, na França. Foi canonizado pelo papa Calisto III, seu compatriota, em 1458, que o declarou padroeiro de Valência e Vannes. São Vicente Ferrer foi um dos maiores pregadores da Igreja do segundo milênio e o maior pregador do século XIV.

Obs: Hoje a Igreja também celebra o dia de Santa Maria Crescencia Hoss e Santa Irene.
"Quem se regojiza com a iniquidade será desonrado, quem detesta a correção abreviará sua vida, quem odeia a tagarelice, destrói sua malícia. Quem peca contra si prórpio, arrepender-se-á de tê-lo feito, quem põe sua alegria na malícia será paontado como infame. Não repitas uma palavra dura e maldosa e não serás prejudicado. (Eclesiástico 19:5-7)

segunda-feira, abril 04, 2011

Evangelho do Dia

JOÃO 4:43-54

Naquele tempo, 43Jesus partiu da Samaria para a Galileia. 44O próprio Jesus tinha declarado, que um profeta não é honrado na sua própria terra. 45Quando então chegou à Galileia, os galileus receberam-no bem, porque tinham visto tudo o que Jesus havia feito em Jerusalém, durante a festa. Pois também eles tinham ido à festa. 46Assim, Jesus voltou para Caná da Galileia, onde havia transformado água em vinho.
Havia em Cafarnaum um fun­cionário do rei que tinha um filho doente. 47Ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judeia para a Galileia. Ele saiu ao seu encontro e pediu-lhe que fosse a Ca­farnaum curar seu filho, que estava morrendo. 48Jesus disse-lhe: “Se não virdes sinais e prodígios, não acreditais”. 49O funcionário do rei disse: “Senhor, desce, antes que meu filho morra!” 50Jesus lhe disse: “Podes ir, teu filho está vivo”. O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora.
51Enquanto descia para Ca­farnaum, seus empregados foram ao seu encontro, dizendo que o seu filho estava vivo. 52O funcionário perguntou a que horas o menino tinha melhorado. Eles responderam: “A febre desapareceu, ontem, pela uma da tarde”. 53O pai verificou que tinha sido exatamente na mesma hora em que Jesus lhe havia dito: “Teu filho está vivo”. Então, ele abraçou a fé, juntamente com toda a sua família. 54Esse foi o segundo sinal de Jesus. Realizou-o quando voltou da Judeia para a Galileia. 



Hoje voltamos a encontrar Jesus nos cinco pórticos da piscina de Betsaida, onde tinha realizado o conhecido milagre da conversão da água em vinho. Agora, nesta ocasião, faz um novo milagre: a cura do filho de um funcionário real. Mesmo que o primeiro foi espetacular, este é sem duvida mais valioso, porque não é algo material o que se soluciona com o milagre, e sim que se trata da vida de uma pessoa.
O que chama atenção deste novo milagre é que Jesus atua à distância, não acode a Cafarnaúm para curar diretamente ao enfermo, e sem mover-se de Canaã faz possível o restabelecimento: "O funcionário do rei disse: ‘Senhor, desce, antes que meu filho morra!" Jesus disse-lhe: "Pode ir, seu filho está vivo" O homem acreditou na palavra de Jesus e foi embora. (Jo 4,49.50).
Isto lembra a todos nós que podemos fazer muito bem à distância, quer dizer, sem ter que estar presentes no lugar onde é solicitada nossa generosidade. Assim, por exemplo, ajudamos ao Terceiro Mundo colaborando economicamente com nossos missionarios ou com entidades católicas que estão ali trabalhando. Ajudamos aos pobres de bairros marginais das grandes cidades com nossas contribuições a instituições como Cáritas, sem que devamos pôr os pés em suas ruas. Ou, inclusive, podemos dar uma alegria a muita gente que está muito distante de nós com um telefonema, uma carta ou um email.
Muitas vezes nós deixamos de fazer o bem porque não temos possibilidades de estar fisicamente presentes nos lugares onde há necessidades urgentes. Jesus não deixou de realizar o milagre porque não estava em Cafarnaúm, mas Ele fez o milagre.
A distância não é nenhum problema na hora de ser generoso, porque a generosidade sai do coração e traspassa todas as fronteiras. Como diria Santo Agostinho: "Quem tem caridade em seu coração, sempre encontra alguma coisa para dar".
O Demônio Existe?
Ele é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças

Não há dúvida sobre isso, ele existe. A Igreja diz que sim; e esta realidade é atestada pela Bíblia, pela Tradição dos Apóstolos e pelo Magistério sagrado da Igreja. Os santos confirmam a existência dele também. Não há um só santo que não tenha acreditado no demônio. Seria preciso destruir a Igreja e o Cristianismo, desde as suas raízes, para negar a existência do demônio.
No entanto, inacreditavelmente, ainda encontramos pessoas na Igreja, mesmo sacerdotes e teólogos que, em oposição ao que a Igreja ensina, têm a coragem e a desonestidade de ensinar que satanás não existe. É uma grande  e terrível heresia. Por isso mesmo, em 15/11/1972 em uma Audiência, Papa Paulo VI fez a famosa Alocução "Livrai-nos do mal", na qual falou da existência do demônio e de sua ação perversa.
O saudoso Sumo Pontífice começou perguntando: “Atualmente, quais são as maiores necessidades da Igreja?” E ele mesmo responde: “Não deveis considerar a nossa resposta simplista, ou até supersticiosa e irreal: uma das maiores necessidades é a defesa daquele mal, a que chamamos demônio”. Paulo VI mostra que a realidade do pecado é uma ação perversa deste mal; “o efeito de uma intervenção, em nós e no nosso mundo, de um agente obscuro e inimigo, o demônio. O mal já não é apenas uma deficiência, mas uma eficiência, um ser vivo, espiritual, pervertido e perversor. Trata-se de uma realidade terrível, misteriosa e medonha”. E deixou claro que estão em desacordo com o ensinamento da Igreja todos aqueles que negam a existência do demônio:
“Sai do âmbito dos ensinamentos bíblicos e eclesiásticos quem se recusa a reconhecer a existência desta realidade; ou melhor, quem faz dela um princípio em si mesmo, como se não tivesse, como todas as criaturas, origem em Deus, ou a explica como uma pseudo-realidade, como uma personi­ficação conceitual e fantástica das causas desconhecidas das nossas desgraças”.
O mesmo Papa afirma que o demônio é a origem de todo o pecado que entrou no mundo: “O demônio é a origem da primeira desgraça da huma­nidade; foi o tentador pérfido e fatal do primeiro pecado, o pecado original (cf. Gn 3; Sb 1,24). Com aquela falta de Adão, o demônio adquiriu um certo poder sobre o homem, do qual só a redenção de Cristo nos pode libertar”.
“Ele é o pér­fido e astuto encantador, que sabe insinuar-se em nós atra­vés dos sentidos, da fantasia, da concupiscência, da lógica utópica, ou de desordenados contatos sociais na realização de nossa obra, para introduzir neles desvios, tão nocivos quanto, na aparência, conformes às nossas estruturas físicas ou psíquicas, ou às nossas profundas aspirações instintivas”.
“Ele é o inimigo número um, o tentador por excelência. Sabemos, portanto, que este ser mesquinho, perturbador, existe realmente e que ainda atua com astúcia traiçoeira; é o inimigo oculto que semeia erros e desgraças na história humana”.
Paulo VI ensina que nem todo pecado é obra direta do demônio, mas lembra-nos que “aquele que não vigia, com certo rigor moral, a si mesmo (cf. Mt 12,45; Ef 6,11), se expõe ao influxo do “mysterium iniquita­tis”, ao qual São Paulo se refere (2Ts 2,3-12) e que torna pro­blemática a alternativa da nossa salvação”.
O maior serviço que alguém pode prestar ao demônio é ensinar que ele não existe; assim, os fiéis não se defendem contra ele, e se tornam suas vítimas fáceis.
(Texto do Professor Felipe Aquino - Membro da Com Canção Nova).

SANTO DO DIA

Santo Isidoro de Sevilha
Isidoro, o mais novo de quatro irmãos, nasceu em 560, em Sevilha, capital da Andaluzia, numa família hispano-romana muito cristã. Seu pai, Severiano, era prefeito de Cartagena e comandava sua cidade dentro dos mais disciplinados preceitos católicos. A mãe, Teodora, educou todos os filhos igualmente nas regras do cristianismo. Como fruto, colheu a alegria de ter quatro deles: Isidoro, Fulgêncio, Leandro e Florentina, elevados à veneração dos altares da Igreja.
Isidoro começou a estudar a religião desde muito pequeno, tendo na figura do irmão mais velho, Leandro, o pai que falecera cedo. Diz a tradição que logo que ingressou na escola o menino tinha muitas dificuldades de aprendizagem, chegando a preocupar a família e os professores, mas rapidamente superou tudo com a ajuda da Providência Divina. Formou-se em Sevilha, onde, além do latim, ainda aprendeu grego e hebraico, e ordenou-se sacerdote.
Tudo isso contribuiu muito para que trabalhasse na conversão dos visigodos arianos, a começar pelo próprio rei. Isidoro também foi o responsável pela conversão dos judeus espanhóis. Tornou-se arcebispo e sucedeu a seu irmão Leandro, em Sevilha, durante quase quatro décadas. Logo no início do seu bispado, Isidoro organizou núcleos escolares nas casas religiosas, que são considerados os embriões dos atuais seminários. Sua influência cultural foi muito grande, era possuidor de uma das maiores e mais bem abastecidas bibliotecas e seu exemplo levou muitas pessoas a dedicarem seus tempos livres ao estudo e às boas leituras.
Depois, retirou-se para um convento, onde poderia praticar suas obrigações religiosas e também se dedicar intensamente aos estudos. Por seus profundos conhecimentos, presidiu o II Concílio de Sevilha, em 619, e o IV Concílio de Toledo, em 633, do qual saíram leis muito importantes para a Igreja, de modo que a religiosidade se enraizou no país. Por isso foi chamado de "Pai dos Concílios" e "mestre da Igreja" da Idade Média.
Isidoro era tão dedicado à caridade que sua casa vivia cheia de mendigos e necessitados, isso todos os dias. No dia 4 de abril de 636, sentindo que a morte estava se aproximando, dividiu seus bens com os pobres, publicamente pediu perdão para os seus pecados, recebeu pela última vez a eucaristia e, orando aos pés do altar, ali morreu.
Ele nos deixou uma obra escrita sobre cultura, filosofia e teologia considerada a mais valorosa do século VII. Nada menos que uma enciclopédia, com vinte e um volumes, chamada Etimologias, considerada o primeiro dicionário escrito, um livro com a biografia dos principais homens e mulheres da Bíblia, regras para mosteiros e conventos, além de muitos comentários acerca de cada um dos livros da Bíblia, estudo que mais lhe agradava.
Dante Alighieri cita Isidoro de Sevilha em seu livro A divina comédia, no capítulo do Paraíso, onde vê "brilhar o espírito ardente" nesse teólogo. Em 1722, o papa Bento XIV proclamou santo Isidoro de Sevilha doutor da Igreja, e seu culto litúrgico confirmado para o dia de sua morte.

Obs: Hoje a Igreja também celebra o dia de São Caetano  Catanoso.

"Um amigo fiel é uma poderosa proteção, quem o achou, descobriu um tesouro. Nada é comparável a um amigo fiel, o ouro e a prata não merecem ser postos em paralelo com a sinceridade de sua fé. Um amigo fiel é um remédio de vida e imortalidade, quem teme ao Senhor, achará esse amigo. Quem teme ao Senhor terá também uma excelente amizade, pois seu amigo lhe será semelhante". (Eclesiástico 6:14-17)