terça-feira, junho 21, 2011

Em agosto, será realizada mais uma Jornada Mundial da Juventude. O destino escolhido pelo Papa Bento XVI é a Espanha.


Mas você sabe qual é a origem desse evento?
Ainda em 1985, o Papa João Paulo II instituiu, em Roma, o Dia Mundial da Juventude, para ser celebrado sempre no Domingo de Ramos.
Depois de alguns anos comemorando a data, o pontífice resolveu lançar também uma jornada que reunisse os jovens do mundo todo. Surgiu então a JMJ.
O objetivo era alcançar uma nova geração católica e evangelizar ao redor do planeta.

No vídeo abaixo, o Cardeal Stanislaw Rylko (Presidente do Conselho Pontifício para os Leigos), conta a história das Jornadas Mundiais da Juventude.

Vale a pena assistir!

Evangelho do Dia

MATEUS 7:6, 12-14

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 6“Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com o pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem.
12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram”! 

Hoje, o Senhor nos faz três recomendações. A primeira, "Não deis aos cães o que é santo, nem jogueis vossas pérolas diante dos porcos" (Mt 7,6), contrastes em que “bens” são associados a “pérolas” e ao “que é santo”; e “cães e porcos” ao que é impuro. São João Crisóstomo ensina que "nossos inimigos são iguais a nós quanto à natureza, mas não quanto à fé". Apesar dos benefícios terrenos serem concedidos igualmente aos dignos e indignos, não é assim quanto às graças espirituais”, privilégio daqueles que são fiéis a Deus. A correta distribuição dos bens espirituais implica em zelo pelas coisas sagradas.
A segunda é a chamada “regra de ouro” (cf. Mt 7,12) , que compendia tudo o que a Lei e os Profetas recomendaram, tal como ramos de uma única árvore: o amor ao próximo pressupõe o Amor a Deus e, dele resulta.
Fazer ao próximo o que se deseja seja feito conosco implica na transparência de ações para com o outro, no reconhecimento de sua semelhança a Deus, de sua dignidade. Por que razão nós desejamos o Bem para nós mesmos? Porque o meio de identificação para ser profundamente reconhecidos é a união com o Criador. Sendo o Bem, para nós, o único meio para a vida em plenitude, é inconcebível sua ausência na nossa relação com o próximo. Não há lugar para o bem onde prevaleça a falsidade e prepondere o mal.
Por fim, a “porta estreita”... O Papa Bento XVI nos pergunta: "O que significa esta ‘porta estreita’? Por que muitos não conseguem entrar por ela? Trata-se de uma passagem reservada a alguns eleitos?" Não! A mensagem de Cristo "nos é dirigida no sentido de que todos podem entrar na vida. A passagem é ‘estreita’, mas aberta a todos; ‘estreita’ porque exigente, requer compromisso, abnegação, mortificação do próprio egoísmo".
Roguemos ao Senhor que realizou a salvação universal com sua morte e ressurreição que nos reúna a todos no Banquete da vida eterna.

Formação

AS CARACTERÍSTICAS DO AMOR
O amor sobrepõe todas as paixões

Quando olhamos a manifestação do Espírito Santo, como o uso dos dons, tocamos na maravilha de Deus, que concede a Seu povo muitas bênçãos. Muitas vezes, nos questionamos: "Será que a ação de Deus se manifesta assim em mim?" Observe: todos esses dons são importantes, porém, a Palavra de Deus nos indica que o amor é o maior de todos os dons. Podemos até fazer bastante barulho, como um sino, mas é o amor que dá consistência à alma.
Você já sentiu um grande vazio em sua alma? Esse vazio se dá pela falta do Deus-Amor em nossa vida, se não amamos e não nos deixarmos amar sempre nos sentiremos vazios. Todas as nossas atitudes precisam ser por amor. Existem muitas pessoas que vivem correndo e movendo mundos e fundos, fazem muito, mas não amam nem se deixam amar.
Na vida o que realmente faz diferença são as pessoas que estão ao nosso lado; os idosos sabem bem disso. É desesperador quando alguém afasta de si as pessoas que o amam. E você pode se perguntar: "Não é a caridade que salva?" Podemos até fazer boas obras com a intenção de prejudicar alguém, com fins políticos, em nosso nome, para nos vangloriarmos, para sermos vistos pelas pessoas. Se o fazemos com essa mentalidade não há amor.
Aquilo que fazemos sem amor pouco é aproveitado, não nos sacia. Assim como nosso corpo tem necessidade de se alimentar, o mesmo ocorre com nossa alma, ela precisa de alimento. Só o amor nos torna imunes à maldade que tenta entrar em nossa alma. O amor não é um sentimento, não é uma paixão, estas são coisas distintas. Quando nós amamos alguém estamos a favor dessa pessoa, pois o amor pensa no outro, ao passo que a paixão pensa em si mesma. O amor alimenta a alma; a paixão a consome.
O amor traz em si características que são próprias dele. Ser paciente, esperar o processo do outro, a lentidão do outro. Se não amamos não temos paciência, pois o processo do outro nos faz sofrer. Quem ama tem paciência e espera pelo outro.
Para curarmos a maldade que sai da nossa boca é preciso pensar bem dos outros, querer o bem deles e lhes fazer o bem, como nos ensina Dom Bosco. O amor não tem inveja, quando você se perceber tendo inveja de alguém se pergunte: "Por que eu não amo essa pessoa?" O amor expulsa a inveja, ele não é presunçoso nem se enche de orgulho (cf. I Cor 13, 1-13).
Tudo o que não é amor em nossa vida é pecado. Quando lançamos raízes no amor até rezamos pelos nossos inimigos. Quando dizemos que Deus é amor e que Ele nos ama, estamos dizendo que Ele tem paciência conosco, que Ele não está interessado em nossos bens, porque o Senhor nos ama e não tem raiva de nós, nem se alegra com os nossos sofrimentos. Ele se alegra quando nós nos encontramos com a verdade.
Meu Deus acredita em mim, mesmo quando eu não acredito em mim mesmo. Meu Deus me espera e de mim espera tudo de bom. O amor jamais acabará. O amor sobrepõe todas as paixões.
(Texto de Márcio Mendes - Com. Canção Nova)

Santo do Dia

São Luís Gonzaga
Luís nasceu no dia 9 de março de 1568, na Itália. Foi o primeiro dos sete filhos de Ferrante Gonzaga, marquês de Castiglione delle Stiviere e sobrinho do duque de Mântua. Seu pai, que servia ao rei da Espanha, sonhava ver seu herdeiro e sucessor ingressar nas fileiras daquele exército. Por isso, desde pequenino, Luís era visto vestido como soldado, marchando atrás do batalhão ao qual seu pai orgulhosamente servia.
Entretanto, Luís não desejava essa carreira, pois, ainda criança fizera voto de castidade. Quando tinha dez anos, foi enviado a Florença na qualidade de pajem de honra do grão-duque de Toscana. Posteriormente, foi à Espanha, para ser pajem do infante dom Diego, período em que aproveitou para estudar filosofia na universidade de Alcalá de Henares. Com doze anos, recebeu a primeira comunhão diretamente das mãos de Carlos Borromeu, hoje santo da Igreja.
Desejava ingressar na vida religiosa, mas seu pai demorou cerca de dois anos para convencer-se de sua vocação. Até que consentiu; mas antes de concordar definitivamente, ele enviou Luís às cortes de Ferrara, Parma e Turim, tentando fazer com que o filho se deixasse seduzir pelas honras da nobreza dessas cortes.
Luís tinha quatorze anos quando venceu as resistências do pai, renunciou ao título a que tinha direito por descendência e à herança da família e entrou para o noviciado romano dos jesuítas, sob a direção de Roberto Belarmino, o qual, depois, também foi canonizado.
Lá escolheu para si as incumbências mais humildes e o atendimento aos doentes, principalmente durante as epidemias que atingiram Roma, em 1590, esquecendo totalmente suas origens aristocráticas. Consta que, certa vez, Luís carregou nos ombros um moribundo que encontrou no caminho, levando-o ao hospital. Isso fez com que contraísse a peste que assolava a cidade.
Luís Gonzaga morreu com apenas vinte e três anos, em 21 de junho de 1591. Segundo a tradição, ainda na infância preconizara a data de sua morte, previsão que ninguém considerou por causa de sua pouca idade. Mas ele estava certo.
O papa Bento XIII, em 1726, canonizou Luís Gonzaga e proclamou-o Padroeiro da Juventude. A igreja de Santo Inácio, em Roma, guarda as suas relíquias, que são veneradas no dia de sua morte. Enquanto a capa que são Luís Gonzaga usava encontra-se na belíssima basílica dedicada a ele, em Castiglione delle Stiviere, sua cidade natal.

segunda-feira, junho 20, 2011

Evangelho do Dia

MATEUS 7:1-5

Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 1“Não julgueis e não sereis julgados. 2Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes.
3
Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? 4Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”. 

Hoje, o Evangelho recordou-me as palavras da Mariscala em O cavaleiro da Rosa, de Hug von Hofmansthal: "Como é grande a diferença". Como mudar uma coisa mudará muito o resultado em muitos aspectos da nossa vida, sobretudo, a espiritual.
Jesus disse: "Não julgueis, e não sereis julgados" (Mt 7,1). Mas, Jesus também tinha dito que temos de corrigir o irmão que está em pecado, e para isso é necessário ter feito antes algum tipo de juízo. O próprio São Paulo nos seus escritos julga a comunidade de Corinto e São Pedro condena Ananias e a sua esposa por falsidade. Por causa disso, São João Crisóstomo justifica: "Jesus não disse que não temos de evitar que um pecador deixe de pecar, temos que o corrigir sim, mas não como um inimigo que busca a vingança, mas como o médico que aplica um remédio". O juízo, pois, parece que deveria fazer-se, sobretudo com ânimo de corrigir, nunca com ânimo de vingança.
Ainda mais interessante é o que diz Santo Agostinho: "O Senhor previne-nos de julgar rápida e injustamente (...). Pensemos primeiro, se nós não tivemos também algum pecado semelhante; pensemos que somos homens frágeis, e [julguemos] sempre com a intenção de servir a Deus e não a nós". Se quando vemos os pecados dos irmãos pensamos em nós, não nos passará, como diz o Evangelho, que com uma trave no olho queiramos tirar o cisco do olho do nosso irmão (cf Mt 7,3).
Se estivermos bem formados, veremos as coisas boas e as más dos outros, quase de maneira inconsciente: disso faremos juízo. Mas o fato de ver as faltas dos outros desde os pontos de vista citados nos ajudará na forma como julgamos: ajudará a não julgar por julgar, ou por dizer alguma coisa, ou para cobrir as nossas deficiências ou, simplesmente, porque toda a gente o faz. E, para terminar, sobretudo tenhamos em conta as palavras de Jesus: "a mesma medida que usardes para os outros servirá para vós" (Mt 7,2).

 

FORMAÇÃO

A VERDADE O LIBERTA
Quem você realmente é?
Você Conhece suas raízes?

Acredito que um dos maiores desafios que travamos diariamente é assumir ou negar a verdade. Estamos no século da modernidade e a tecnologia, cada vez mais desenvolvida, lança sobre nós as redes que nos penduram entre o social e o virtual, o real ou imaginário. Ter a coragem de optar pela verdade é um exercício que parte das pequenas escolhas e nos seguem até nos momentos mais importantes de nossa vida. Já sabemos que a verdadeira felicidade tem seu alicerce na verdade, portanto, só consegue ser feliz quem assume com coerência sua história, seja ela qual for.
Nos atendimentos de oração e aconselhamentos que realizamos na Canção Nova, tenho percebido que, cada vez mais, as pessoas têm dificuldades de assumir a sua verdade. Com isso, tornam-se infelizes, sentem-se presas às situações passadas e, em alguns casos, até ficam deprimidas ou pior: entram no mundo das drogas e dos vicíos, tentando mascarar a dor.
Outro dia, enquanto atendia uma senhora, percebi que ela falava de maneira superficial e não conseguia se expressar, o tempo passava e a partilha não fluía. Então, olhei bem nos olhos dela e lhe perguntei: "Afinal, qual é a sua verdade? O que se passa em seu interior?" Ela ficou surpresa diante da pergunta, desapontada talvez; mas tomou uma linda decisão. Abriu seu coração! E em meio às lágrimas, aos poucos, foi revelando suas dores e medos ligados a situações vividas havia mais de 20 anos. As lágrimas lavaram seu rosto e, certamente, o Espírito Santo, também lavou seu coração lhe concedendo uma nova vida a partir daquela experiência. Não é uma tafera fácil encarar a verdade, aliás, muitas vezes, isso é muito difícil, principalmente quando a história é marcada por grandes traumas e dores, mas não há outra saída, para sermos curados, precisamos assumir nossa história com tudo que ela traz, dores e alegrias.
Jesus disse aos Seus discípulos: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João 8,32), ou seja, a condição para sermos livres é conhecermos a verdade. Eu diria conhecermos e nos abrirmos ao processo de cura a partir do conhecimento. Não é o caso de parar na dor, nem de ir levando a vida de qualquer jeito, Deus nos quer vivendo plenamente e é por isso que Ele nos propõe a coerência como meio para a cura e a felicidade plena. Da nossa parte, precisamos querer ir além. Por exemplo, você já parou alguma vez para perguntar quem você realmente é? Você conhece suas raízes? Qual é a sua verdade? São Francisco de Assis dizia que o homem vale o que é diante de Deus e mais nada, ou seja: vale a sua história.
O valor que temos não está no carro que possuímos e na profissão que exercemos, tampouco na imagem que "tentamos" passar para as pessoas. Nosso valor está no fato de sermos o que somos diante de Deus e mais nada.
Já temos uma identidade própria, somos filhos de Deus e não precisamos criar um personagem irreal para alimentar uma ideia a nosso respeito longe da realidade. Aliás, essa tem sido mais uma maneira de "fugir das dores da vida", mas, como pode ser livre quem age assim? E se não é livre, como pode ser feliz?
Como cristãos, temos uma responsabilidade dobrada com relação à verdade e isso começa por assumirmos a nossa realidade e, a partir dela, testemunharmos a Misericórdia de Deus. Não tenha vergonha da obra que o Senhor já realizou na sua história! Ela, por mais difícil que tenha sido, é muito valiosa, pois é a partir dela que Ele quer agir. "Deus é luz e n'Ele não há trevas alguma", diz a Sagrada Escritura, portanto, para que a luz de Deus Pai ilumine nossa vida, precisamos fazer as pazes com os acontecimentos que nos marcam.
"Grande caridade é viver na verdade", escreve o Papa Bento XVI em sua encíclica "Caritas in veritate". É certo que precisamos dar mais atenção ao assunto, pois, querendo ou não, em nossos dias, nós nos vemos cercados por superficialidades e disfarces. Desde a maquiagem aos relacionamentos, temos constantemente a oportunidade de fugir da realidade. Está claro que o desafio para viver a coerência é cada vez maior, mas se quisermos alcançar a felicidade, não podemos fugir dele.
"Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" diz o Senhor, portanto, não tema romper com as trevas da mentira e acolha a luz que brilha a partir da verdade. Siga o exemplo da senhora, a qual fiz referência no início do texto, e tenha a coragem de abrir seu coração, mesmo que isso lhe custe. Dessa forma, você verá, certamente, que aquela dor já não tem tanto poder sobre você.
Faça hoje opção pela verdade diante das oportunidades que tiver de escolher e não deixe que a falta de coerência roube a liberdade que o próprio Senhor já conquistou para você na cruz. Termino com um conselho da beata Madre Teresa de Calcutá: "Acenda a luz da verdade na vida de cada pessoa que encontrar, para que deste modo Deus continue amando e iluminando o mundo por meio dela e de você."
(Texto de Dijanira Silva)

"Por fim, irmãos, vivei com alegria. Tendei a perfeição, animai-vos, tende um só coração, vivei em paz, e o Deus de amor e paz estará convosco.
Saudai-vos uns aos outros no ósculo santo. Todos os santos vos saúdam. A graça do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do Espiríto Santo estejam com todos vós!" (II Coríntios 13:11-13)

SANTO DO DIA

Margarida Ebner
Margarida pertencia à família Ebner, muito rica e respeitada, da aristocracia alemã. Ela entrou no Mosteiro de Maria Santíssima em Medingen, da diocese de Augusta, e tinha apenas quinze anos de idade quando vestiu o hábito dominicano.
Depois, de 1314 até 1326, sofreu diversas e graves enfermidades, as quais quase a levaram ao fim da vida. Mais tarde, por causa da guerra, a comunidade monástica dispersou-se e Margarida voltou para a casa paterna, na qual continuou a viver totalmente reclusa, dedicada à oração e à penitência.
Quando tudo retornou ao normal, ela voltou para a clausura daquele mesmo mosteiro. Em 1332, conheceu o sacerdote Henrique Susso, hoje também santo, que logo se tornou o seu diretor espiritual. As duras provações físicas por que passou lhe proporcionaram adquirir os dons das revelações, das visões e das profecias. Tanto assim que ela escreveu em seu diário que no dia 1o de novembro de 1347 foi recebida em matrimonio espiritual por Jesus.
Margarida Ebner foi, sem dúvida, a figura central do movimento espiritual alemão dos "amigos de Deus". A sua espiritualidade segue o ano litúrgico e concentra-se na pessoa de Jesus Cristo.
O seu diário espiritual, escrito de 1312 até 1348, que chegou até os nossos dias, revela a vida humilde, devotada, caritativa e confiante em Deus de uma religiosa provada por muitas penas e doenças. Ela que viveu e morreu no amor de Deus, fiel na certeza de encontrar-se em plena comunhão com seu Filho Jesus, como sempre dizia: "Eu não posso separar-me de ti em coisa alguma". A beleza dessa alma inocente foi toda interior.
A santa humanidade de Jesus foi o divino objeto da sua constante e amorosa contemplação e nela reviveu os vários mistérios no exercício da virtude, no holocausto ininterrupto dela mesma, no sofrimento interno e externo, todo aceito e ofertado com Jesus, para Jesus e em Jesus. Margarida Ebner morreu no dia 20 de junho de 1351, no Mosteiro de Medingen, onde foi sepultada.
Sem dúvida, entre os grandes místicos dominicanos do século XIV, brilha a suave figura desta religiosa de clausura que conquistou o apelido de "Imitadora Fiel da Humanidade de Jesus". Em 1979, o papa João Paulo II ratificou o seu culto com sua beatificação, cuja festa "ad imemorabili" o mundo católico reverencia no dia do seu trânsito.

"Se dizemos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se reconhecemos os nossos pecados, (Deus aí está) fiel e justo para nos perdoar os pecados e para nos purificar de toda a iniquidade. Se pensamos não ter pecado, nós o declaramos mentiroso e asua palavranão está em nós". ( I Carta de São João 1:8-10)

sexta-feira, junho 17, 2011

Contatos

Entre em contato com o GOJ Monte Tabor atráves dos e-mails.....

renato_rt1@hotmail.com - Coordenador

matheus.toledo18@yahoo.cm.br - Vice Coordenador

junior.edilson@ymail.com - Padrinho

MONTE TABOR

A Paz de Cristo jovens......
Amanhã tem GOJ Monte Tabor às 19:00 hrs na Comunidade São Benedito, venha louvar, adorar, e fazer uma grande festa para Jesus junto com agente......
Esperamos por você.....
Deus abençoe

Evangelho do Dia

MATEUS 6:19-23

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 19“Não junteis tesouros aqui na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e os ladrões assaltam e roubam. 20Ao contrário, juntai para vós tesouros no céu, onde nem a traça e a ferrugem destroem, nem os ladrões assaltam e roubam. 21Porque, onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração.
22O olho é a lâmpada do corpo. Se o teu olho é sadio, todo o teu corpo ficará iluminado. 23Se o teu olho está doente, todo o corpo ficará na escuridão. Ora, se a luz que existe em ti é escuridão, como será grande a escuridão. 

Hoje, o Senhor nos diz que "A lâmpada do corpo é o olho" (Mt 6,22). Santo Tomás entende que com isso, ao falar do olho, Jesus se refere à intenção do homem. Quando a intenção é correta, lúcida, encaminhada a Deus, todas nossas ações são brilhantes, resplandecentes; mas quando a intenção não é correta, que grande é a escuridão! (cf. Mt 6, 23).
Nossa intenção pode ser pouco correta por malicia, por maldade, mas muito frequentemente o é por falta de sensatez. Vivemos como se tivéssemos vindo ao mundo para amontoar riquezas e não temos na cabeça nenhum outro pensamento. Ganhar dinheiro, comprar, dispor, ter. Queremos despertar a admiração dos outros ou talvez a inveja. Enganamo-nos, sofremos nos sobrecarregamos de preocupações e de desgostos e não encontramos a felicidade que desejamos. Jesus nos faz outra proposta: "Ao contrário, ajuntai para vós tesouros no céu, onde a traça e a ferrugem não destroem, nem os ladrões assaltam e roubam" (Mt 6,20). O céu é o silo das boas ações, isto sim que é um tesouro para sempre.
Sejamos sinceros com nós mesmos, em que empregamos nossos esforços, quais são nossos interesses? Certamente, é próprio do bom cristão estudar e trabalhar honradamente para abrir-se passo no mundo, para ajudar a família, garantir o futuro dos seus e a tranquilidade da velhice, trabalhar também pelo desejo de ajudar aos outros... Sim, tudo isto é próprio de um bom cristão. Mas se aquilo que você procura é ter mais e mais, pondo o coração nestas riquezas, esquecendo-se das boas ações, esquecendo que neste mundo estamos de passo, que nossa vida é uma sombra que passa, não é verdade então que — temos o olho escurecido? E se o sentido comum se escurece. "Mas se teu olho for ruim, ficarás todo em trevas. Se, pois, a luz em ti é trevas, quão grandes serão as trevas!" (Mt 6,23).