terça-feira, abril 12, 2011

Entevista da Semana

Fala Galera, a Paz de Cristo esteja com vocês.
Hoje é dia de entrevista da semana, e o entrevistado de hoje é o  vice-coordenador do GOJ Monte Tabor, o Matheus, um jovem divertido, muito amado por todos nós e muito abençoado por Deus, é um grande irmão pra todos nós.

NOME?
Matheus Antonio Toledo           
IDADE?
21 anos
QUANTO TEMPO PARTICIPA DO GRUPO?
4 anos
O QUE TE MOTIVOU A COMECAR A PARTICIPAR?
Amizade e meu irmão
COMO FOI SUA PRIMEIRA EXPERIENCIA COM JESUS?
Em um rebanhão durante uma adoração ao Santíssimo                              
O QUE MUDOU NA SUA VIDA DEPOIS QUE VOCÊ CONHECEU JESUS?
Bastante coisa e principalmente que para tudo há um tempo, o tempo de Deus
O QUE É O GOJ MONTE TABOR PARA VOCÊ?
Jesus na minha vida
MUSICA QUE VOCÊ MAIS GOSTA?
Flui em mim - Italo Villar
FILME?
Do Padre Pio    
LIVRO?
Você é insubstituível
SANTO DE DEVOÇÃO?
Santo Padre Pio
VERSÍCULO DA BIBLIA QUE MAIS GOSTA?
Tem vários pois cada um foi marcante para aquele momento
UMA FRASE QUE MARCOU SUA VIDA?
É um trecho de uma musica:
Sei que o  seu coração dói, sei que o mundo lhe destrói, não, não se entregue assim irmão, vale a pena viver, nova vida viver.
DEIXE UMA PALAVRA PARA OS JOVENS QUE AINDA NÃO SE ENCONTRARAM COM JESUS
Jesus todo dia te encontra, todo dia, nós não vemos porque sempre estamos com as portas do coração fechada, é só abri-las que Jesus se fará presente em você,  com você e será uma experiência única para quem a vive .


"De joelhos eu me prostro em tua presença
Precioso Senhor, meu Jesus
Pra sempre te adorarei
Flui em mim um rio de amor
Reflete em mim os olhos teus
Tu és o meu refúgio
Meu abrigo e proteção
Nada temerei, pois sei que tu
Sempre cuidarás de mim, Senhor"
 (Trecho da Música Flui em Mim - Italo Villar)

Contatos

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Evangelho do Dia

JOÃO 8:21-30
Naquele tempo disse Jesus aos fariseus: 21“Eu parto e vós me procurareis, mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, vós não podeis ir”.
22Os judeus comentavam: “Por acaso, vai-se matar? Pois ele diz: ‘Para onde eu vou, vós não podeis ir’?”
23Jesus continuou: “Vós sois daqui debaixo, eu sou do alto. Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Disse-vos que morrereis nos vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos pecados”.
25Perguntaram-lhe pois: “Quem és tu, então?” Jesus respondeu: “O que vos digo, desde o começo. 26Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar, também. Mas aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo para o mundo”.27Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai. 28Por isso, Jesus continuou: “Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sa­bereis que eu sou, e que nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou. 29Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque sempre faço o que é de seu agrado”. 30Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele. 

No Evangelho de hoje se vê como os judeus tinham dificuldade em acreditar em Jesus e naquilo que ele falava sobre sua partida. A dificuldade também se relacionava à pessoa de Jesus. Comprova-o a pergunta: "Quem és tu?" Jesus lhes fala do Pai. Também não compreendem. Fala de sua relação com o Pai: "Quem me enviou está comigo e não me deixou sozinho, pois faço sempre o que lhe agrada". Jesus é aquele que vive em sintonia com o Pai.

Lições da Tragédia do Rio de Janeiro

Por: Prof. Felipe Aquino

Algumas pessoas me pediram para escrever sobre esse triste assunto.
O que levou aquele jovem a matar friamente tantas crianças?
Muitos fatores são as causas desse fato. Não há efeitos sem causas, e é importante conhecê-las.
Depois de ouvir e ler muitos noticiários de jornais, revistas, internet e televisão, dá para concluir as causas dessa tragédia.
A imprensa  levantou alguns fatos importantes e reveladores sobre o jovem criminoso:  o assassino vem de uma família   desestruturada. Durante o período escolar sofreu “bullying” (ofensas, zombarias e violência por parte dos colegas). Perdeu a mãe adotiva relativamente cedo, talvez fosse a única pessoa que o amasse de verdade e de quem ele recebeu um pouco de amor.
Pelo menos uma vez ele declarou  freqüentar duas religiões diferentes.
A sua mãe biológica ao que se sabe era moradora de rua, apresentava transtornos mentais e sendo o pai desconhecido, foi o jovem adotado por uma mulher.
A sua mãe adotiva procurou ajuda psicológica mas ele não prosseguiu o tratamento. Com a morte da mãe adotiva ele ficou desamparado. Todo este sofrimento certamente gerou neste jovem a revolta e, quem sabe, a admiração pelos fanáticos que matam os que estão bem e que não sofrem como ele.  Sabemos que a pessoa revoltada quer se vingar “dos que estão bem”, como num mecanismo psicológico de compensação e de desforra. Todo esse desamparo certamente foi moldando a personalidade doentia deste jovem.
A revista VEJA (edição 2212, ano 44-n.15) afirma que o massacre foi “urdido por uma mente doentia que pretendia jogar um avião sobre o Cristo Redentor”. Afirma que há dois anos “começou a pesquisar obsessivamente sobre armas e organizações terroristas na internet. Passou a usar só roupas pretas e deixou crescer a barba” (pag. 83).
Embora houvesse dois colégios perto de sua casa, ele andou 33 km para praticar o crime na escola em que estudou e onde foi humilhado. Nesta escola era alvo de piadas e humilhações dos colegas e apelidado de Sherman (personagem nerd do filme American Pie). “A gente o xingava de tudo, zoava ate cansar”, disse uma colega a VEJA (pag. 84).
Quem tem fé sabe que a análise deste tipo de crime não se esgota em explicações naturais; não se pode descartar a ação sobrenatural.
Neste tipo de crime,  como em toda ação pecaminosa,  pode também haver  uma influência do demônio; pois,  sendo “homicida desde o início” ele procura exerce  sua ação sobre a mente do criminoso. Jesus nos alertou que vem para “roubar, matar e destruir”. Sabemos que o bem (a graça) e o mal (a tentação), agem sobre a natureza; a pressupõe, ensina Santo Agostinho. Quanto mais uma natureza é prejudicada, mais pode ser usada pelo mal se houver condições para isso. Isso não quer dizer que rapaz criminoso estava possesso.
Tudo isso mostra claramente muitos fatores que gestaram toda essa tragédia: a destruição da família, o mau uso da internet, a escola despreparada para proteger e educar os alunos mais frágeis, etc. São lições que ficam desta triste destruição de vidas inocentes. Ou tomamos providências para mudar essa realidade, ou as lágrimas continuarão a rolar de nossas faces.
Por trás de tudo isso não há como não ver uma sociedade doente, que embalada pelo relativismo moral e religioso, como tem afirmado o papa Bento XVI, está sendo destruída. Não há como não ver uma sociedade que caminha de costas para Deus e que desrespeita suas leis sagradas.
A família, base sólida da sociedade, está em frangalhos; uma moralidade permissivista destrói a moral familiar cristã e deixa os  filhos desamparados, que se tornam vítimas fáceis da droga, da violência, da revolta, do crime, etc.
Quando João Paulo II esteve no Brasil pela última vez, em 1997, falando aos jovens no Maracanã, deixou-nos esse triste recado: “no Brasil, por causa do “amor livre” há milhares de crianças órfãs de pais vivos”. É a destruição da família.
É preciso repetir: as mazelas de nossa sociedade, especialmente as que se referem aos nossos jovens, têm a sua razão mais profunda na desagregação familiar que hoje assistimos, face à gravíssima decadência moral da sociedade.
Tudo isso serve de lição. Se não resgatarmos a família, segundo o projeto original de Deus, cada vez mais a sociedade sofrerá.
Os pais precisam mais do que nunca acompanhar e monitorar, as atividades dos seus filhos, sobretudo na internet e nos famosos joguinhos eletrônicos, repletos de “heróis” que matam e destroem a sangue frio. E dar-lhes sólida formação cristã.
O psicólogo americano Peter Langman trabalhava no Hospital Psiquiátrico KidsPeace  na Pensilvânia, quando dois estudantes mataram colegas na escola Colombine (20/4/1999) . Nos dez dias que se seguiram ao massacre Langman atendeu cerca de vinte pais, aflitos porque o comportamento de seus filhos se assemelhava ao do assassino: desejavam ser famosos e populares, sofriam de depressão, tinham tendência ao suicídio, não gostavam da própria aparência, sentiam-se rejeitados,  principalmente pelas garotas e eram fascinados por armas. (cf. Veja citada)
O psicólogo concluiu em seus estudos que todos os jovens criminosos trazem denominadores comuns: raiva e sede de vingança, odeiam a vida, estavam desesperados e deprimidos e desejam a morte. Se atrás de um jovem desses há uma família, há pais que o amem, tudo pode ser melhorado; mas se ele estiver aflito e abandonado, tudo pode acontecer, embora seja raro.
Renovemos a nossa fé em Deus; a consagração de nossos filhos e netos aos Corações de Jesus e de Maria, e nos lembremos daquilo que um dia disse João Paulo II, se o ser humano não experimentar o amor sua vida não terá sentido.

SANTO DO DIA


São José Moscati
José Moscati era de uma família ilustre e muito rica. Seu pai, Francisco, era presidente do Tribunal de Justiça e sua mãe, Rosa de Luca, pertencia à nobreza. Ele nasceu na cidade de Benevento, Itália, no dia 25 de julho de 1880, e foi batizado em casa num dia de festa, a de santo Inácio de Loyola.
Em 1884, seu pai foi promovido e mudou-se para Nápoles com a família. Lá, o pequeno José fez seu primeiro encontro com Jesus eucarístico, aos oito anos. Naquele dia, foram lançadas as bases de sua vida eucarística, um dos segredos da sua santidade. Devoto de Maria e da Eucaristia, com apenas dezessete anos obrigou-se ao voto de castidade perpétua. Ativo participante da vida paroquial, participava da missa e comungava diariamente. Sua generosidade e caridade eram dedicadas aos pobres e doentes, especialmente aos incuráveis.
Quando seu irmão Alberto passou a sofrer de epilepsia, José passava várias horas cuidando dele. Foi então que decidiu seguir os estudos de medicina. No ambiente universitário, Moscati destacou-se pelo cuidado e empenho e, em 1903, recebeu doutorado de medicina com uma tese brilhante. Desde então, a universidade, o hospital e a Igreja se tornaram um único campo para suas atividades. Tornou-se médico do Hospital dos Incuráveis, onde logo ganhou admiração e o prestígio no domínio científico. Mas o luto atingiu Moscati, quando, em 1904, seu irmão Alberto morreu.
A reputação de Moscati como mestre e médico era indiscutível. Por isso foi nomeado, oficialmente, médico responsável da terceira ala masculina do Hospital dos Incuráveis, justamente a ala daqueles doentes pelos quais ele se empenhava e trabalhava com afinco.
No dia 12 de abril de 1927, como de hábito, depois de ter participado da missa e recebido Cristo eucarístico, foi para o hospital. Voltou para casa à tarde e, enquanto atendia os pacientes, sentiu-se mal e pouco depois morreu serenamente. A notícia de sua morte espalhou-se imediatamente e a dor se espalhou pela cidade.
No dia 16 de novembro de 1975, o papa Paulo VI proclama José Moscati bem-aventurado. A devoção a Moscati vai aumentando cada dia mais. As graças obtidas por sua intercessão são muitas.
De 1o. a 30 de outubro de 1987, em Roma, houve a VII Assembléia do Sínodo dos Bispos, cujo tema era: "Vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo, vinte anos após o Concílio Vaticano II". José Moscati foi um leigo que cumpriu sua missão na Igreja e no mundo. No Sínodo, após longos exames, a Igreja comunicou que ele seria canonizado, como um homem de fé e caridade, que assistia e aliviava os sofrimentos dos incuráveis.
No dia 25 de outubro de 1987, na praça São Pedro, em Roma, o papa João Paulo II colocou, oficialmente, José Moscati entre os santos da Igreja.
Sua festa litúrgica foi indicada para o dia 12 de abril. Seu corpo repousa na igreja do Menino Jesus, em Nápoles, Itália.

 Obs: Hoje a Igreja também celebra o dia de São Júlio I

"Que revela o segredo de um amigo perde a sua confiança, e não mais achará amigos que lhe convenham. Ama o teu próximo e sê fiel na amizade com ele, se desvendares seus segredos, em vão correrás átras dele, pois, como um homem que mata seu amigo, assim é o que destrói a amizade do próximo". (Eclesiástico 27:17-20)

segunda-feira, abril 11, 2011

FORMAÇÃO

 O JULGAMENTO CABE A DEUS
 Não posso fazer-me de juíz do meu irmão

As aparências enganam. O comportamento de uma pessoa não diz de sua essência ou daquilo que, de fato, ela é. Por isso, todo julgamento é pecado. Só Deus tem o poder para julgar. É Ele que conhece o profundo das pessoas.
Quem julga o próximo está condenando a si próprio; pois quem julga o outro acaba fazendo coisa pior.
Não posso fazer-me de juiz do meu irmão. Acabo pegando um fato isolado de alguém, abrindo um processo, condenando, dando a sentença, até a morte. Não podemos parar nos fatos isolados dos nossos irmãos. Somos chamados a ser misericórdia de Deus para a vida do outro. “Não julgueis e não sereis julgados. Pois o mesmo julgamento com que julgardes os outros servirá para vós; e a mesma medida que usardes para os outros servirá para vós. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho?” (Mateus 7,1-3).
Assim como queremos que Deus não nos condene, também não podemos condenar o irmão por qualquer coisa que ele tenha feito, por pior que tenha sido, a Deus cabe o julgamento, “porque Deus não faz distinção de pessoas” (Romanos 2,11).
Deus sempre julga tudo do homem conforme sua justiça e amor. Ele não julga como nós julgamos ou entendemos ser julgamento. Não queiramos olhar para Deus com parâmetros humanos. Nossos pensamentos não são os pensamentos do Senhor.
Como já disse, somente Deus pode julgar, porque todos nós temos "culpa no cartório", o nosso julgamento precisa ser transformado em acolhimento, amor, alegria e justiça.
A justiça de Deus dá a vida a todos os homens. Justiça significa retribuir ao outro aquilo que lhe é devido. Por isso, a justiça de Deus precisa ultrapassar a nossa mentalidade e nos levar a uma mudança de coração para que tratemos o outro como verdadeiro filho de Deus.
Por causa do nosso julgamento, muitas vezes, estamos nos afastando de Deus e as pessoas de nós e de Deus. Porque se vermos uma pessoa diferente se aproximando e entrando na igreja, temos logo um juízo temerário e a condenamos, atribuímos muitas vezes coisas que aquela pessoa nem é – como, por exemplo, prostituta, ladrão etc, sem realmente ter conhecimento de sua vida ou passado.
Mas precisamos ser instrumentos de acolhimento como Jesus foi; levar a salvação que vem de Deus e do seu Evangelho.
Devemos levar os outros à compreensão de que a nossa salvação está unicamente em Jesus Cristo. Aderir ao Senhor pela força da nossa fé. Pois o Evangelho de Jesus tem a força de salvação e purificação: “Pois ele [Evangelho] é uma força vinda de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1,16b).” 
(Texto do Padre Reinaldo - Com. Canção Nova).

Evangelho do Dia

 JOÃO 8:1-11

 Naquele tempo, 1Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2De madrugada, voltou de novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a ensiná-los. 3Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher surpreendida em adultério. Levando-a para o meio deles, 4disseram a Jesus: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério. 5Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?”
6Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7Como persistissem em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: “Quem dentre vós não tiver pecado, seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra”. 8E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão.
9E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos mais velhos; e Jesus ficou sozinho, com a mulher que estava lá, no meio, em pé. 10Então Jesus se levantou e disse: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?” 11Ela respondeu: “Ninguém, Senhor”. Então Jesus lhe disse: “Eu, também, não te condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais”. 

Hoje Jesus vem nos mostrar no Evangelho a sua grande Misericórdia, todos estavam prontos para apedrejar aquela mulher que foi pega em adúlterio, naquela época uma mulher que cometesse adultério era morta por apedrejamento, segundo o que dizia a Lei de Moisés, mais Jesus mostra a aqueles homens que a misericórdia dele é maior do que os nossos pecados, e também mostra a eles que veio a este mundo para salvar os pobres e humilhados e não para condená-los.
Que hoje agente aprenda duas coisas com este Evangelho, a primeira é que nossa vida sempre tem uma solução, por mais que você esteja caído e destruído pelo pecado, Jesus vai estar sempre ao seu lado te amando e te estendo a mão só esperando que você se agarre nEle e deixe para trás os pecados que tanto te fizeram mal, e Ele também vai estar ao teu lado para te proteger quando vierem te atacar e jogar na sua cara que você é um pecador.
E a segunda coisa que devemos aprender com este Evangelho é que nunca devemos julgar as pessoas, nós não somos dignos de julgar ninguém porque somos pecadores também e muitas vezes somos mais pecadores do que aquela pessoa que estamos julgando "Quem nunca pecou que atire a primeira pedra".
Que nós possamos enxergar os nossos erros para que possamos melhorar e não se preocupar em enxergar e acusar os erros dos outros, como Jesus diz no Evangelho se Mateus: “Não julgueis e não sereis julgados. Pois o mesmo julgamento com que julgardes os outros servirá para vós; e a mesma medida que usardes para os outros servirá para vós. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu próprio olho?” (Mateus 7,1-3). 
Jovem que você nunca se esqueça que Jesus é misericordioso e não te condena, como Ele disse para aquela mulher, hoje Ele está dizendo para você: "Jovem, ninguém te condenou, então Eu também não te condeno, vai e não peques mais".
Que você possa tomar a decisão de se deixar ser perdoado pelo coração misericordioso de Jesus, e que a partir de hoje você siga sua vida, que você participe da Igreja, que você aceite a missão que Deus tem pra você, e que você não peques mais.
FORÇA JUVENTUDE!!!

SANTO DO DIA

Santa Gema Galgani
Ao nascer, em 12 de março de 1878, na pequena Camigliano, perto de Luca, na Itália, Gema recebeu esse nome, que em italiano significa jóia, por ser a primeira menina dos cinco filhos do casal Galgani, que foi abençoado com um total de oito filhos. A família, muito rica e nobre, era também profundamente religiosa, passando os preceitos do cristianismo aos filhos desde a tenra idade.
Gema Galgani teve uma infância feliz, cercada de atenção pela mãe, que lhe ensinava as orações e o catecismo com alegria, incutindo o amor a Jesus na pequena. Ela aprendeu tão bem que não se cansava de recitá-las e pedia constantemente à mãe que lhe contasse as histórias da vida de Jesus. Mas essa felicidade caseira terminou aos sete anos. Sua mãe morreu precocemente e sua ausência também logo causou o falecimento do pai. Órfã, caiu doente e só suplantou a grave enfermidade graças ao abrigo encontrado no seio de uma família de Luca, também muito católica, que a adotou e cuidou de sua formação.
Conta-se que Gema, com a tragédia da perda dos pais, apegou-se ainda mais à religião. Recebeu a primeira eucaristia antes mesmo do tempo marcado para as outras meninas e levava tão a sério os conceitos de caridade que dividia a própria merenda com os pobres. Demonstrava, sempre, vontade de tornar-se freira e tentou fazê-lo logo depois que Nossa Senhora lhe apareceu em sonho. Pediu a entrada no convento da Ordem das Passionistas de Corneto, mas a resposta foi negativa. Muito triste com a recusa, fez para si mesma os juramentos do serviço religioso, os votos de castidade e caridade, e fatos prodigiosos começaram a ocorrer em sua vida.
Quando rezava, Gema era constantemente vista rodeada de uma luz divina. Conversava com anjos e recebia a visita de são Gabriel, de Nossa Senhora das Dores passionista, como ela desejara ser. Logo lhe apareceram no corpo os estigmas de Cristo, que lhe trouxeram terríveis sofrimentos, mas que era tudo o que ela mais desejava.
Entretanto, fisicamente fraca, os estigmas e as penitências que se auto-infligia acabaram por consumir sua vida. Gema Galgani morreu muito doente, aos vinte e cinco anos, no Sábado Santo, dia 11 de abril de 1903.
Imediatamente, começou a devoção e veneração à "Virgem de Luca", como passou a ser conhecida. Estão registradas muitas graças operadas com a intercessão de Gema Galgani, que foi canonizada em 1940 pelo papa Pio XII, que a declarou modelo para a juventude da Igreja, autorizando sua festa litúrgica para o dia de sua morte.

Obs: Hoje a Igreja também celebra o dia de Santo Estanislau.
"Não te glories do que  desonra teu pai, pois a vergonha dele não poderia ser a glória para ti, pois um homem adquire glória com a honra de seu pai, e um pai sem honra é a vergonha do filho". (Eclesiástico 3:12-13)

sexta-feira, abril 08, 2011

SACRAMENTO DA PENITÊNCIA

Por que Cristo instituiu o sacramento da penitência?
CIC §1421 O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restituiu-lhe a saúde do corpo, quis que sua Igreja continuasse, na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos.

Por que existe um sacramento da reconciliação depois do batismo?
CIC §1426 - 1425 Entretanto, a nova vida recebida na iniciação cristã não suprimiu a fragilidade e a fraqueza da natureza humana, nem a inclinação ao pecado, que a tradição chama de concupiscência, que continua nos batizados para prová-los no combate da vida cristã, auxiliados pela graça de Cristo. É o combate da conversão para chegar à santidade e à vida eterna, para a qual somos incessantemente chamados pelo Senhor.

Quando foi instituído este sacramento?
CIC §1446 Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja, antes de tudo para aqueles que, depois do Batismo, cometeram pecado grave e com isso perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. E a eles que o sacramento da Penitência oferece uma nova possibilidade de converter-se e de recobrar a graça da justificação. Os Padres da Igreja apresentam este sacramento como “a segunda tábua (de salvação) depois do naufrágio que é a perda da graça”.
CIC §1485 O Senhor ressuscitado instituiu este sacramento quando, na tarde de Páscoa, se mostrou aos Apóstolos e lhes disse: “Recebei o Espírito Santo; àqueles a quem perdoardes os pecados serão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes serão retidos” (Jo 20, 22-23).

Quais os elementos essenciais do sacramento da reconciliação?
CIC §1440 – 1449 São dois: os atos realizados pelo homem que se converte sob a ação do Espírito Santo e a absolvição do sacerdote, que em Nome de Cristo concede o perdão e estabelece a modalidade da satisfação.

Quais são os atos do penitente?
CIC §1491 O sacramento da Penitência é constituído de três atos do penitente e da absolvição dada pelo sacerdote. Um diligente exame de consciência; a contrição (ou arrependimento), que é perfeita, quando é motivada pelo amor a Deus, e imperfeita, se fundada sobre outros motivos, e que inclui o propósito de não mais pecar; a confissão, que consiste na acusação dos pecados feita diante do sacerdote; a satisfação, ou seja, o cumprimento de certos atos de penitência, que o confessor impõe ao penitente para reparar o dano causado pelo pecado.

Que pecados se devem confessar?
CIC §1456 Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados, dos quais nos recordamos depois dum diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão.

Quem é o ministro deste sacramento?
CIC §1446 –1466 -1495 Cristo confiou o ministério da reconciliação aos seus Apóstolos, aos Bispos seus sucessores e aos presbíteros seus colaboradores, os quais, portanto se convertem em instrumentos da misericórdia e da justiça de Deus. Eles exercem o poder de perdoar os pecados no Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Quais são os efeitos deste sacramento?
CIC §1468 Os efeitos deste sacramento “Toda a força da Penitência reside no fato de ela nos reconstituir na graça de Deus e de nos unir a Ele com a máxima amizade.” Portanto, a finalidade e o efeito deste sacramento é a reconciliação com Deus. Os que recebem o sacramento da Penitência com coração contrito e disposição religiosa “podem usufruir a paz e a tranqüilidade da consciência, que vem acompanhada de uma intensa consolação espiritual”. Com efeito, o sacramento da Reconciliação com Deus traz consigo uma verdadeira “ressurreição espiritual”, uma restituição da dignidade e dos bens da vida dos filhos de Deus, entre os quais o mais precioso é a amizade de Deus (Cf. Lc 15,32).
CIC §1449 A fórmula da absolvição em uso na Igreja latina exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela Páscoa de seu Filho e pelo dom de seu Espírito, por meio da oração e ministério da Igreja:
Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Obrigado, Senhor, pela Tua infinita misericórdia, criaste os sacramentos da ordem e da confissão. Grande oportunidade de experimentarmos o perdão e voltarmos à amizade Contigo.

***CIC - CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA.***

SANTO DO DIA


Santa Júlia Billiart
Na cidade de Cuvilly, França, em 12 de julho de 1751, nasceu Maria Rosa Júlia Billiart, filha de Francisco e Maria Antonieta, pobres e muito religiosos, que a batizaram no mesmo dia. Júlia fez a primeira comunhão aos sete anos. Desde então, Jesus foi o único alimento para sua vida. Aprendeu apenas a ler e a escrever, porque ajudava a sustentar a família.
Aos treze anos, Júlia sofreu sérios problemas e, subnutrida, ficou, lentamente, paraplégica, por vinte e dois anos. Durante esse tempo aprendeu os mistérios da vida mística, do calvário, da glória e da luz. Sempre engajada na catequese da paróquia, preocupava-se com a educação dos pobres. Cultivava amizades na família, com os religiosos, com as carmelitas, com as damas da nobreza que lhe conseguiam os donativos.
Nesta época, decidiu ingressar na vida religiosa, com uma meta estabelecida: fundar uma congregação destinada a educar os pobres e a formar bons educadores. Mesmo não sendo letrada, possuía uma pedagogia nata, aprendida na escola dos vinte e dois anos de paralisia, nos contatos com as autoridades civis e eclesiásticas e com os terrores da destruição da Revolução Francesa e de Napoleão Bonaparte. Assim, ainda paralítica, em 1804 fundou a Congregação das Irmãs de Nossa Senhora.
Júlia foi incapaz de amarrar sua instituição aos limites das exigências das fundações de seu tempo. Sua devoção ao Sagrado Coração de Jesus a curou. Depois de trinta anos, voltou a caminhar. A Mãe de Deus era sua grande referência e modelo, e a eucaristia era o centro de sua vida de fé inabalável. Mas viver com ela não era fácil. Era um desafio constante, devido à firmeza de metas foi considerada teimosa e temperamental. Principalmente por não aceitar que a congregação fosse só diocesana, ou seja, sem superiora geral. Custou muito para que tivesse Tal direito, mas, por fim, foi eleita superiora geral.
Júlia abriu, em Amiens, a primeira escola gratuita e depois não parou mais. Viajava pela França e pela Bélgica fundando pensionatos e escolas, pois naqueles tempos de miséria a necessidade era muito grande. Não aceitava qualquer donativo que pudesse tirar a independência da congregação. Para ter recursos, criava pensionatos e, ao lado deles, a escola para pobres. Perseguida e injustiçada pelo bispo de Amiens, foi por ele afastada da congregação. Todas as irmãs decidiram seguir com ela para a cidade de Namur, na Bélgica, onde se fixaram definitivamente.
Júlia, incansável, continuou criando pensionatos, fundando escolas, formando crianças e educadores, ficando conhecidas como as "Irmãs da Nossa Senhora de Namur". Ali a fundadora consolidou a diretriz pedagógica da congregação: a educação como o caminho da plenitude da vida. Morreu em paz no dia 8 de abril de 1816 na cidade de Namur.
"Por meio do seu batismo, de sua consagração religiosa e por sua vida inteira de fé em Deus, que é bom, Júlia foi colocada na trilha da opção divina pelos pobres." Foram as palavras do papa Paulo VI para declarar santa, em 1969, Maria Rosa Júlia Billiart, que no dia 8 de abril deve receber as homenagens litúrgicas.

"O verbo de Deus nos céus é fonte de sabedoria, seus caminhos são os mandamentos eternos". (Eclesiástico 1:5)