O tema do vídeo de hoje é "Como se livrar do vício da masturbação"
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Evangelho do Dia
MARCOS 6:53-56
Naquele tempo, 53tendo Jesus e seus discípulos acabado de atravessar o mar da Galileia, chegaram a Genesaré e amarraram a barca. 54Logo que desceram da barca, as pessoas imediatamente reconheceram Jesus. 55Percorrendo toda aquela região, levavam os doentes deitados em suas camas para o lugar onde ouviam falar que Jesus estava.
56E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra de sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados.
56E, nos povoados, cidades e campos onde chegavam, colocavam os doentes nas praças e pediam-lhe para tocar, ao menos, a barra de sua veste. E todos quantos o tocavam ficavam curados.
Esta passagem pode nos ajudar a meditar como estamos recebendo ao Nosso Senhor na Sagrada Comunhão. Comungamos com fé de que este contato com Cristo pode obrar milagres em nossas vidas? Mais que um simples tocar «a franja de seu manto», nós recebemos realmente o Corpo de Cristo em nossos corpos. Mais que uma simples cura de nossas doenças físicas, a Comunhão cura nossas almas e lhes garanta a participação na própria vida de Deus. São Inácio de Antioquia, assim, considerava à Eucaristia como a «medicina da imortalidade e o antídoto para prevenir-nos da morte, de modo que produz o que eternamente nós devemos viver em Jesus Cristo».
O aproveitamento desta «medicina da imortalidade» consiste em ser curados de todos aqueles que nos separa de Deus e dos outros. Ser curados por Cristo na Eucaristia, por tanto, implica superar nosso ensimesmamento. Tal como ensina Bento XVI, «Nutrir-se de Cristo é o caminho para não permanecer alheios ou indiferentes diante da sorte dos irmãos (...). Uma espiritualidade eucarística, então, é um autentico antídoto diante o individualismo e o egoísmo que com freqüência caracterizam a vida cotidiana, levam ao redescobrimento da gratuidade, da centralidade das relações, a partir da família, com particular atenção em aliviar as feridas de aquelas desintegradas».
Igual que aqueles que foram curados de suas doenças tocando seus vestidos, nós também podemos ser curados de nosso egoísmo e de nosso isolamento dos outros mediante a recepção de Nosso Senhor com fé.
Formação
DECLARAR GUERRA AO QUE É VELHO
Nínguem pode te obrigar a cheirar cocaína ou fumar.
Você pode se sentir a última pessoa da face da Terra, alguém pode ter dito a você: “Assim não dá mais, já tentei de tudo”. Porém, Deus não desiste de você.
É como uma mãe ou uma costureira que procura, com um pedacinho de imã, alfinetes que perdeu nos cantinho das gavetas ou nos buracos de casa e, com ele, recupera todos os alfinetes. Da mesma forma, Deus Pai quer resgata-lo, quer e esta atraindo todos os filhos constantemente.
O próprio Pai pegou Jesus nas mãos e colocou-o em todos os buracos onde estávamos ao longo da nossa vida: nas zonas de prostituição, na boca de fuma, nos lugares de perigo, nos bailes, nas casas de shows, nos botecos, bares... E, como um imã, Jesus nos encontrou. Nem sabíamos o que estava acontecendo, nessa as mudanças começaram a acontecer, e tudo o que vivemos ficou para trás. Estranhamos a nossa própria mudança e, quando percebemos, até nossas amizades eram outras. Nos encontramos com o Senhor.
“Não ofereçais mais vossos membros ao pecado como armas de injustiça. Pelo contrário, oferecei-vos a Deus como pessoas que passaram da morte à vida, e ponde vossos membros a serviço de Deus como armas de justiça” (Rm 6,13).
Para Deus, o que fizemos está no passado. Ele revela o Seu amor pelo pecador. Nos ama de tal maneira e com tal intensidade que não desiste de nós. Mesmo que nos comportemos como crianças birrentas, relutemos contra este amor, Ele insiste, persegue-nos, até que nos conquiste.
Veja o que São Paulo nos fala na carta aos Romanos:
“Onde, porém, se multipicou o pecado, a graça transbordou”(Rm 5,20)
Isto não significa que eu tenha de permanecer no pecado para a graça transbordar em minha vida.
Havia uma propaganda antiga que dizia assim: “tum... tum... quem bate? É o frio. Não adianta bater, que eu não deixo você entrar”. Quando o pecado bater em seu coração, na sua mente ou em algum órgão do seu corpo, pergunte “quem batem?” Se for o pecado responda: “Estou morto”.
Com a morte de Jesus na cruz, fomos batizados na vida nova que Cristo nos oferece, e o homem velho e a mulher velha também estão mortos.
Se o pecado bater na porta da sua casa, ou alguém o convidar para ir ao motel, ou ficar com um “gatinho ou um gatinha”, não tenha medo de dizer que você está morto para o pecado. É a Palavra de Deus que nos garante isto.
“Acaso ignorais que todos nós, batizados no Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados?”
Com a ressurreição de Jesus, nós precisamos ter uma vida nova em Cristo: novas amizades, namoros novos, casamentos renovados. Mesmo os profissionais, os evangelizadores, os ministros de música, os pregadores precisam estar mortos para o pecado e vivos para Cristo.
Deixe o passado, os ressentimento. Uma pessoa ressentida vai ao passado constantemente e revive sentimentos, acontecimentos, brigas com os familiares, namoros que não deram certo e várias situações. Existem pessoas que gostam de ficar na fossa, ou acordar enfezadas.
Jesus, com Sua morte, sepultou o homem velho em você. Hoje somos homens e mulheres novos, com novas atitudes, novos pensamentos, novas propostas, novos projetos, novas amizades. Uma coisa muito boa na caminhada com Cristo são as novas amizades que fazemos, pessoas que o próprio Deus coloca em nossa vida: “anjos” que Jesus envia. Um dos maiores presentes que Deus nos dá são os amigos feitos na fé.
Deus nos dá a graça de nascer de novo para que o homem velho morra e nós nos lembremos daquilo que éramos, somente quando for necessário testemunhar para tirar alguém do buraco.
O testemunho arrasta as pessoas. Quando dizemos quem fomos e quem somos hoje, muitas pessoas são resgatadas por Deus. Vale a pena tocar no passado apenas para que as pessoas se voltem para o Senhor. Elas dirão: “Se ele pôde, eu também posso experimentar essa graça”. Até mesmo o esterco do passado, Deus usa para adubar o presente. Mas nosso passado se limita a ser lembrança apenas nessa situação, ou seja, para resgatar alguém, pois o passado ruim, e longe de Deus, para mais nada serve.
Precisamos declarar guerra constante ao homem velho. Testemunhando o homem novo, estamos combatendo o homem velho. Não precisamos ter vergonha do que éramos no passado. Jesus é o Senhor do nosso passado. Ele nos tirou do fundo do poço e fez-nos pessoas vivas pela ação do Espírito Santo e, agora, quer falar e agir por meio de você, sua vida, seu negócio, seu sorriso, seu silêncio, suas reações. Tudo fala, quando se tem uma vida nova em Cristo. Mesmo quieto, num ponto de ônibus você está evangelizando, pois a nova postura diz que você é de Cristo, ou seja, você é um ungido.
Compreenda bem isto: o nosso homem velho foi crucificado com Jesus Cristo. Assim, não somos mais escravos do pecado. Existem muitas pessoas dizendo ser donas do próprio nariz: “Faço o que quero da minha vida, vou para onde eu quero, fumo e bebo quando eu quero, sou livre”. Enganam a si mesmas, numa falsa liberdade, tornando-se cada vez mais escravas do pecado.
Você já viu touros com argolas no focinho? Geralmente, aquela região do animal é muito dolorida. Justamente porque são puxadas por uma vara colocada na argola, os bois são levados para qualquer lugar. E um touro enorme, forte, ao sentir dor, pode ser puxado até por uma criança. O inimigo faz a mesma coisa com aqueles que estão no pecado: coloca uma argola no nariz e fala: “Vem, se você é livre. Experimente isso, experimente aquilo”.
Imagine o que um vício poderá fazer com você e aonde o levará. Veja a sua altura, o seu peso. Você pensa, seus neurônios funcionam bem, você tem uma capacidade imensa de amar. Deus acredita em você e, às vezes, no entanto, você é dominado por um cigarro com medidas inferiores a um dedo da mão, e que contém veneno cancerígeno.
Não se deixe dominar pelos acontecimentos e muito menos pelos sentimentos. Não procure o caminho mais fácil. Não se submeta a um vício. O homem novo tem que prevalecer sobre o homem velho.
O homem velho foi morto e sepultado. Pela força do Espírito Santo, o homem novo ressurge: aquele que reza, canta, compõe, anda de bicicleta, joga basquete, dirige, ama e tem sentimentos.
Ninguém pode obrigá-lo a cheirar cocaína, a fumar, a trair a esposa, ou esposo. Em Cristo, você é livre, pois Ele foi pregado na cruz por você. Portanto, o pecado não reina mais em seu corpo mortal. Não ponha os seus membros a serviço da santificação do outro. Sei que é um desafio falar, escrever, pensar, agir, cantar desta forma. Se não for para servir, eu pergunto:Para que viver? Será apenas para chegar ao esgotamento físico?
Tem de haver algo maior, que é Jesus! Ele é tudo! Ele é o básico! Sem Ele, nada de bom podemos fazer!
(Livro: “Sementes de uma Nova Geração” -Dunga – Com. Canção Nova)
É como uma mãe ou uma costureira que procura, com um pedacinho de imã, alfinetes que perdeu nos cantinho das gavetas ou nos buracos de casa e, com ele, recupera todos os alfinetes. Da mesma forma, Deus Pai quer resgata-lo, quer e esta atraindo todos os filhos constantemente.
O próprio Pai pegou Jesus nas mãos e colocou-o em todos os buracos onde estávamos ao longo da nossa vida: nas zonas de prostituição, na boca de fuma, nos lugares de perigo, nos bailes, nas casas de shows, nos botecos, bares... E, como um imã, Jesus nos encontrou. Nem sabíamos o que estava acontecendo, nessa as mudanças começaram a acontecer, e tudo o que vivemos ficou para trás. Estranhamos a nossa própria mudança e, quando percebemos, até nossas amizades eram outras. Nos encontramos com o Senhor.
“Não ofereçais mais vossos membros ao pecado como armas de injustiça. Pelo contrário, oferecei-vos a Deus como pessoas que passaram da morte à vida, e ponde vossos membros a serviço de Deus como armas de justiça” (Rm 6,13).
Para Deus, o que fizemos está no passado. Ele revela o Seu amor pelo pecador. Nos ama de tal maneira e com tal intensidade que não desiste de nós. Mesmo que nos comportemos como crianças birrentas, relutemos contra este amor, Ele insiste, persegue-nos, até que nos conquiste.
Veja o que São Paulo nos fala na carta aos Romanos:
“Onde, porém, se multipicou o pecado, a graça transbordou”(Rm 5,20)
Isto não significa que eu tenha de permanecer no pecado para a graça transbordar em minha vida.
Havia uma propaganda antiga que dizia assim: “tum... tum... quem bate? É o frio. Não adianta bater, que eu não deixo você entrar”. Quando o pecado bater em seu coração, na sua mente ou em algum órgão do seu corpo, pergunte “quem batem?” Se for o pecado responda: “Estou morto”.
Com a morte de Jesus na cruz, fomos batizados na vida nova que Cristo nos oferece, e o homem velho e a mulher velha também estão mortos.
Se o pecado bater na porta da sua casa, ou alguém o convidar para ir ao motel, ou ficar com um “gatinho ou um gatinha”, não tenha medo de dizer que você está morto para o pecado. É a Palavra de Deus que nos garante isto.
“Acaso ignorais que todos nós, batizados no Cristo Jesus, é na sua morte que fomos batizados?”
Com a ressurreição de Jesus, nós precisamos ter uma vida nova em Cristo: novas amizades, namoros novos, casamentos renovados. Mesmo os profissionais, os evangelizadores, os ministros de música, os pregadores precisam estar mortos para o pecado e vivos para Cristo.
Deixe o passado, os ressentimento. Uma pessoa ressentida vai ao passado constantemente e revive sentimentos, acontecimentos, brigas com os familiares, namoros que não deram certo e várias situações. Existem pessoas que gostam de ficar na fossa, ou acordar enfezadas.
Jesus, com Sua morte, sepultou o homem velho em você. Hoje somos homens e mulheres novos, com novas atitudes, novos pensamentos, novas propostas, novos projetos, novas amizades. Uma coisa muito boa na caminhada com Cristo são as novas amizades que fazemos, pessoas que o próprio Deus coloca em nossa vida: “anjos” que Jesus envia. Um dos maiores presentes que Deus nos dá são os amigos feitos na fé.
Deus nos dá a graça de nascer de novo para que o homem velho morra e nós nos lembremos daquilo que éramos, somente quando for necessário testemunhar para tirar alguém do buraco.
O testemunho arrasta as pessoas. Quando dizemos quem fomos e quem somos hoje, muitas pessoas são resgatadas por Deus. Vale a pena tocar no passado apenas para que as pessoas se voltem para o Senhor. Elas dirão: “Se ele pôde, eu também posso experimentar essa graça”. Até mesmo o esterco do passado, Deus usa para adubar o presente. Mas nosso passado se limita a ser lembrança apenas nessa situação, ou seja, para resgatar alguém, pois o passado ruim, e longe de Deus, para mais nada serve.
Precisamos declarar guerra constante ao homem velho. Testemunhando o homem novo, estamos combatendo o homem velho. Não precisamos ter vergonha do que éramos no passado. Jesus é o Senhor do nosso passado. Ele nos tirou do fundo do poço e fez-nos pessoas vivas pela ação do Espírito Santo e, agora, quer falar e agir por meio de você, sua vida, seu negócio, seu sorriso, seu silêncio, suas reações. Tudo fala, quando se tem uma vida nova em Cristo. Mesmo quieto, num ponto de ônibus você está evangelizando, pois a nova postura diz que você é de Cristo, ou seja, você é um ungido.
Compreenda bem isto: o nosso homem velho foi crucificado com Jesus Cristo. Assim, não somos mais escravos do pecado. Existem muitas pessoas dizendo ser donas do próprio nariz: “Faço o que quero da minha vida, vou para onde eu quero, fumo e bebo quando eu quero, sou livre”. Enganam a si mesmas, numa falsa liberdade, tornando-se cada vez mais escravas do pecado.
Você já viu touros com argolas no focinho? Geralmente, aquela região do animal é muito dolorida. Justamente porque são puxadas por uma vara colocada na argola, os bois são levados para qualquer lugar. E um touro enorme, forte, ao sentir dor, pode ser puxado até por uma criança. O inimigo faz a mesma coisa com aqueles que estão no pecado: coloca uma argola no nariz e fala: “Vem, se você é livre. Experimente isso, experimente aquilo”.
Imagine o que um vício poderá fazer com você e aonde o levará. Veja a sua altura, o seu peso. Você pensa, seus neurônios funcionam bem, você tem uma capacidade imensa de amar. Deus acredita em você e, às vezes, no entanto, você é dominado por um cigarro com medidas inferiores a um dedo da mão, e que contém veneno cancerígeno.
Não se deixe dominar pelos acontecimentos e muito menos pelos sentimentos. Não procure o caminho mais fácil. Não se submeta a um vício. O homem novo tem que prevalecer sobre o homem velho.
O homem velho foi morto e sepultado. Pela força do Espírito Santo, o homem novo ressurge: aquele que reza, canta, compõe, anda de bicicleta, joga basquete, dirige, ama e tem sentimentos.
Ninguém pode obrigá-lo a cheirar cocaína, a fumar, a trair a esposa, ou esposo. Em Cristo, você é livre, pois Ele foi pregado na cruz por você. Portanto, o pecado não reina mais em seu corpo mortal. Não ponha os seus membros a serviço da santificação do outro. Sei que é um desafio falar, escrever, pensar, agir, cantar desta forma. Se não for para servir, eu pergunto:Para que viver? Será apenas para chegar ao esgotamento físico?
Tem de haver algo maior, que é Jesus! Ele é tudo! Ele é o básico! Sem Ele, nada de bom podemos fazer!
(Livro: “Sementes de uma Nova Geração” -Dunga – Com. Canção Nova)
Santo do Dia
Santo Paulo Miki e companheiros
Foi através do trabalho evangelizador de São Francisco Xavier, que o Japão tomou conhecimento do cristianismo, entre 1549 e 1551. A semente frutificou e, apenas algumas décadas depois, já havia pelo menos trezentos mil cristãos no Império do sol nascente. Mas se a catequese obteve êxito não foi somente pelo árduo, sério e respeitoso trabalho dos jesuítas em solo japonês. Foi também graças à coragem dos catequistas locais, como Paulo Miki e seus jovens companheiros.
Miki nasceu em 1564, era filho de pais ricos e foi educado no colégio jesuíta em Anziquiama, no Japão. A convivência do colégio logo despertou em Paulo o desejo de se juntar à Companhia de Jesus e assim o fez, tornando-se um eloqüente pregador. Ele porém, não pôde ser ordenado sacerdote no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não impediu que Paulo Miki continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o primeiro sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência.
Paciência, essa que não era virtude do imperador Toyotomi Hideyoshi. Ele era simpatizante do catolicismo mas, de uma hora para outra, se tornou seu feroz opositor. Por causa da conquista da Coréia, o Japão rompeu com a Espanha em particular e com o Ocidente em geral, motivando uma perseguição contra todos os cristãos. Inclusive alguns missionários franciscanos espanhóis que tinham chegado ao Japão através das Filipinas e sido bem recebidos pelo Imperador.
Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Só que a repressão não demorou. Primeiro foram presos seis franciscanos, logo depois Paulo Miki com outros dois jesuítas e dezessete leigos terciários.
Os vinte e seis cristãos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação. Alguns dos companheiros de Paulo Miki eram muito jovens, adolescentes ainda, mas enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Tomás Cozaki tinha, por exemplo, catorze anos; Antônio, treze anos e Luis Ibaraki tinha só onze anos de idade.
A elevação sobre a qual os vinte e seis heróis de Jesus Cristo receberam o martírio pela crucificação em fevereiro de 1597 ficou conhecida como Monte dos Mártires. Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862.
Os crentes se dispersaram para escapar dos massacres e um bom número deles se estabeleceu ao longo do rio Urakami, nas proximidades de Nagasaki. Lá eles continuaram a viver sua fé, apesar da ausência de padres. A partir do momento em que o Japão se abriu novamente aos europeus, os missionários voltaram e as igrejas voltaram a ser construídas, inclusive em Nagasaki, a poucos quilômetros da comunidade cristã clandestina. Ela havia perdido todo contato com a Igreja Católica, mas guardava preciosamente três critérios de reconhecimento recebidos dos ancestrais: "Quando a Igreja voltar ao Japão, vocês a reconhecerão por três sinais: os padres não são casados, haverá uma imagem de Maria e esta Igreja obedecerá ao papa-sama, isto é, ao Bispo de Roma". E foi assim que aconteceu dois séculos e meio depois, quando os cristãos do Império do sol nascente puderam se reencontrar com sua Santa Mãe, a Igreja.
Miki nasceu em 1564, era filho de pais ricos e foi educado no colégio jesuíta em Anziquiama, no Japão. A convivência do colégio logo despertou em Paulo o desejo de se juntar à Companhia de Jesus e assim o fez, tornando-se um eloqüente pregador. Ele porém, não pôde ser ordenado sacerdote no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não impediu que Paulo Miki continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o primeiro sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência.
Paciência, essa que não era virtude do imperador Toyotomi Hideyoshi. Ele era simpatizante do catolicismo mas, de uma hora para outra, se tornou seu feroz opositor. Por causa da conquista da Coréia, o Japão rompeu com a Espanha em particular e com o Ocidente em geral, motivando uma perseguição contra todos os cristãos. Inclusive alguns missionários franciscanos espanhóis que tinham chegado ao Japão através das Filipinas e sido bem recebidos pelo Imperador.
Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Só que a repressão não demorou. Primeiro foram presos seis franciscanos, logo depois Paulo Miki com outros dois jesuítas e dezessete leigos terciários.
Os vinte e seis cristãos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação. Alguns dos companheiros de Paulo Miki eram muito jovens, adolescentes ainda, mas enfrentaram a pena de morte com a mesma coragem do líder. Tomás Cozaki tinha, por exemplo, catorze anos; Antônio, treze anos e Luis Ibaraki tinha só onze anos de idade.
A elevação sobre a qual os vinte e seis heróis de Jesus Cristo receberam o martírio pela crucificação em fevereiro de 1597 ficou conhecida como Monte dos Mártires. Paulo Miki e seus companheiros foram canonizados pelo Papa Pio IX, em 1862.
Os crentes se dispersaram para escapar dos massacres e um bom número deles se estabeleceu ao longo do rio Urakami, nas proximidades de Nagasaki. Lá eles continuaram a viver sua fé, apesar da ausência de padres. A partir do momento em que o Japão se abriu novamente aos europeus, os missionários voltaram e as igrejas voltaram a ser construídas, inclusive em Nagasaki, a poucos quilômetros da comunidade cristã clandestina. Ela havia perdido todo contato com a Igreja Católica, mas guardava preciosamente três critérios de reconhecimento recebidos dos ancestrais: "Quando a Igreja voltar ao Japão, vocês a reconhecerão por três sinais: os padres não são casados, haverá uma imagem de Maria e esta Igreja obedecerá ao papa-sama, isto é, ao Bispo de Roma". E foi assim que aconteceu dois séculos e meio depois, quando os cristãos do Império do sol nascente puderam se reencontrar com sua Santa Mãe, a Igreja.
Obs: Hoje a Igreja também celebra o dia de São Gastão e Santa Dorotéia.
sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Bíblia Sagrada
NÚMEROS
O nome do livro dos Números provém das importantes listas de números e de nomes contidos nos seus primeiros capítulos. No mais, este livro é uma continuação normal do Êxodo.
O livro dos Números supõe que o povo hebreu já estava dividido em doze tribos ou clãs, e que estes viviam uma existência mais ou menos autônoma, apenas com uma vaga coesão por participarem das mesmas crenças, do mesmo culto, da mesma legislação e da fidelidade à mesma aliança religiosa. As leis aí contidas se referem à permanência dos hebreus no deserto, mais foram retocadas e adaptadas à vida de comunidade desse mesmo povo.
A história dos hebreus no deserto não é, realmente, muito edificante. Formavam um povo de dura cerviz que reclamava uma vida fácil, murmurava contra Deus e chegou mesmo ao ponto de contestar a legitimidade da autoridade de Moisés (12:2). Todavia, apesar de suas inconstâncias, o povo eleito permanece sempre o objeto de particular misericórdia e de benévola atenção da parte de Deus.
O fim do livro dos Números narras as lutas dos hebreus com as povoações vizinhas à Palestina que se opuseram à sua passagem no decorrer desta lenta imigração. Percebem-se nessas relações os perigos morais, aos quais os hebreus foram expostos: a pureza de sua religião tradicional sofreria graves ameaças.
Essas mesmas narrações explicam também como as instituições sociais e religiosas do povo eleito se baseavam na fé no Deus com o qual tinham feito aliança.
Reflita
"Viver pra mim é Cristo, morrer pra mim é ganho, não há outra questão, quando se é Cristão não se para de lutar. Triunfarei sobre o mal, conquistarei troféus, não há outra questão quando se é Cristão não se para de lutar, até chegar ao céu". Trecho da música "Viver Pra mim é Cristo" - Pe. Fabio de Melo.
Vídeo Especial
O tema do nosso vídeo é "Pluralismo dentro da Igreja".
Evangelho do Dia
MARCOS 6:14-29
Naquele tempo, 14o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. 15Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”. 16Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” 17Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado.
18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
18João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava.
21Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”. 23E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
João, o precursor, que tinha sido enviado por Deus antes que Jesus, com o seu martírio, precedeu-o também na Sua paixão e morte. Foi também uma morte injustamente atribuída a um homem santo, por parte do tetrarca Herodes, seguramente contrariado, pois ele apreciava-o e escutava-o com respeito. Mas, por fim, João era claro e firme com o rei quando lhe critica a sua conduta merecedora de censura, pois não lhe era lícito tomar como esposa a Herodias, a mulher do seu irmão.
Herodes tinha cedido ao pedido que lhe tinha feito a filha de Herodias, instigada pela sua mãe, quando, num banquete, depois da dança que tinha agradado ao rei, perante os convidados, jurou à bailarina dar-lhe tudo o que lhe pedisse. «Que lhe peço?», pergunta à sua mãe que lhe responde: «A cabeça de João Batista» (Mc 6,24). E o reizinho manda executar a Batista. Era um juramento que de nenhuma forma o obrigava, pois era coisa má, contra a justiça e contra a consciência.
Uma vez mais, a experiência ensina que uma virtude deve estar unida a todas as outras, e todas hão de crescer de maneira orgânica, como os dedos de uma mão. E também que quando se incorre num vício, prosseguem-se os outros.
Formação
A IMPORTÂNCIA DOS SACRAMENTOS
O Espírito Santo cura e transforma aqueles que os recebem.
Muitos católicos possuem dúvidas de fé, mesmo entre os mais inseridos em diversas pastorais. Diante desta realidade o Papa Bento XVI tem se pronunciado constantemente sobre a importância do estudo do Catecismo da Igreja Católica (CIC) para o revigoramento dos conteúdos fundamentais da fé. Prova disso é a Carta Apostólica sob forma de Motu Proprio – PORTA FIDEI, na qual o Santo Padre proclamou que a partir de 11 de outubro a Igreja viverá o "Ano da Fé".
O Sumo Pontífice afirma, nesta carta, que no ano em questão, o Catecismo da Igreja Católica poderá ser um verdadeiro instrumento de apoio da fé e de formação dos cristãos neste tempo tão complexo. Certamente, o conhecimento da fé leva a uma vivência mais autêntica dos sacramentos e aproxima o homem dos mistérios de Cristo.
Mas o que são sacramentos? Quais são eles? Qual é a relação entre sacramento e fé? Por que eles são eficazes? O que é a graça sacramental? E outras perguntas deste gênero a respeito do sacramento são constantes na vida do cristão.
Fundamentado no Catecismo da Igreja Católica encontramos tais respostas que seguramente contribuem não apenas para o conhecimento intelectual, mas sobretudo para a intimidade com Cristo, razão única da vivência da fé. Os parágrafos 1113 a 1134 são dedicados ao Ministério Pascal nos Sacramentos da Igreja.
O Catecismo da Igreja Católica afirma que os sacramentos são sinais sensíveis e eficazes da graça, instituídos por Cristo e confiados à Igreja, mediante os quais nos é concedida a vida divina. São sete os sacramentos: Batismo, Confirmação – Crisma, Eucaristia, Penitência – Confissão, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimônio.
Os sacramentos são necessários para a salvação, porque conferem as graças sacramentais como o perdão dos pecados, a adoção de filhos de Deus, a conformação a Cristo Senhor e a pertença à Igreja. O Espírito Santo cura e transforma aqueles que os [sacramentos] recebem. Estes sinais Cristo confiou à sua Igreja, portanto, os sacramentos são da Igreja, sendo ação de Cristo, e a edificando. Eles são eficazes porque é Cristo que neles age e comunica a graça que significam, independentemente da santidade pessoal do ministro, ainda que os frutos dos sacramentos dependam também das disposições de quem os recebe. Existe uma relação íntima entre os sacramentos e a fé, estes não apenas supõem a fé como também, por meio das palavras e elementos rituais, a alimentam, fortificam e exprimem. Ao celebrá-los, a Igreja confessa a fé apostólica, isto é, a Igreja crê no que reza.
Portanto, os sacramentos possuem um selo espiritual de proteção divina, configurando o cristão a Cristo, sendo, pois, consagrado ao culto divino e ao serviço da Igreja. Enfim, neles há uma graça do Espírito Santo, dada por Cristo e própria de cada sacramento. Essa graça ajuda o fiel no seu caminho de santidade, bem como no crescimento da caridade e do testemunho. Dessa forma, o mergulho profundo no mistério dos sacramentos, por intermédio do conhecimento da fé, conduz o cristão ao próprio Cristo.
Santo do Dia
São Brás
A vida e os feitos de São Brás atingem aquele ápice de alguns poucos, que atraem a profunda fé e a admiração popular. Ele é venerado no Oriente e Ocidente com a mesma intensidade ao logo de séculos, e até hoje, mães aflitas recorrem à sua intercessão quando um filho engasga ou apresenta problemas de garganta. A bênção de São Brás, procurada principalmente por quem tem problemas nesta parte do corpo, onde é ministrada nesta data em muitas igrejas do mundo cristão.
O prodígio atribuído à ele quando era levado preso, para depois ser torturado, é dos mais conhecidos por pessoas de todo o planeta. Consta que uma mãe aflita jogou-se aos seus pés pedindo que socorresse o filho, que agonizava com uma espinha de peixe atravessada na garganta. O santo rezou, fez o sinal da cruz sobre o menino e este se levantou milagrosa, e imediatamente como se nada lhe tivesse acontecido.
Brás nasceu na Armênia, era médico, sacerdote e muito benevolente com os pobres e cristãos perseguidos e por essas virtudes foi nomeado bispo de Sebaste , isto no século três. Também sabemos que, apesar de aqueles anos marcarem os finais das grandes perseguições aos cristãos, muitos ainda torturados e mortos na mão dos poderosos pagãos. Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.
Muitas tradições envolvem seus prodígios, graças e seu suplício. Segundo elas, fama de sua santidade rodou o mundo ainda enquanto vivia e sua morte foi impressionante. O bispo Brás teria sido terrivelmente flagelado e torturado, sendo por fim pendurado em um andaime para morrer. Como isso não acontecia, primeiro lhe descarnaram os ossos com pentes de ferro. Depois tentaram afogá-lo duas vezes e, frustrados, o degolaram para ter certeza de sua morte.
O corpo do santo mártir ficou guardado na sua catedral de Sebaste da Armênia, mas no ano 732 uma parte de suas relíquias foram embarcadas por alguns cristãos armênios que seguiam para Roma.
Nessa ocasião uma repentina tempestade interrompe a viagem na altura da cidade de Maratea, em Potenza; e alí os fieis acolhem as relíquias do santo numa pequena igreja, que depois se tornaria sua atual basílica e a localidade receberia o nome de Monte São Brás.
Mais recentemente, em 1983 no local da igrejinha inicial foi erguida uma estátua de São Brás, com a altura de vinte e um metros. Como dissemos, do Oriente ao Ocidente, todo mundo cristão se curva à devoção de São Brás nomeando ainda hoje cidades e locais, para render-lhes homenagem e veneração.
O prodígio atribuído à ele quando era levado preso, para depois ser torturado, é dos mais conhecidos por pessoas de todo o planeta. Consta que uma mãe aflita jogou-se aos seus pés pedindo que socorresse o filho, que agonizava com uma espinha de peixe atravessada na garganta. O santo rezou, fez o sinal da cruz sobre o menino e este se levantou milagrosa, e imediatamente como se nada lhe tivesse acontecido.
Brás nasceu na Armênia, era médico, sacerdote e muito benevolente com os pobres e cristãos perseguidos e por essas virtudes foi nomeado bispo de Sebaste , isto no século três. Também sabemos que, apesar de aqueles anos marcarem os finais das grandes perseguições aos cristãos, muitos ainda torturados e mortos na mão dos poderosos pagãos. Brás abandonou o bispado e se protegeu na caverna de uma montanha isolada e mesmo assim, depois de descoberto e capturado, morreu em testemunho de sua fé sob as ordens do imperador Licínio, em 316.
Muitas tradições envolvem seus prodígios, graças e seu suplício. Segundo elas, fama de sua santidade rodou o mundo ainda enquanto vivia e sua morte foi impressionante. O bispo Brás teria sido terrivelmente flagelado e torturado, sendo por fim pendurado em um andaime para morrer. Como isso não acontecia, primeiro lhe descarnaram os ossos com pentes de ferro. Depois tentaram afogá-lo duas vezes e, frustrados, o degolaram para ter certeza de sua morte.
O corpo do santo mártir ficou guardado na sua catedral de Sebaste da Armênia, mas no ano 732 uma parte de suas relíquias foram embarcadas por alguns cristãos armênios que seguiam para Roma.
Nessa ocasião uma repentina tempestade interrompe a viagem na altura da cidade de Maratea, em Potenza; e alí os fieis acolhem as relíquias do santo numa pequena igreja, que depois se tornaria sua atual basílica e a localidade receberia o nome de Monte São Brás.
Mais recentemente, em 1983 no local da igrejinha inicial foi erguida uma estátua de São Brás, com a altura de vinte e um metros. Como dissemos, do Oriente ao Ocidente, todo mundo cristão se curva à devoção de São Brás nomeando ainda hoje cidades e locais, para render-lhes homenagem e veneração.
Obs: Hoje a Igreja também cleebra o dia de Santo Oscar.
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